vendredi

A East Side Gallery 1990\ 2009

A East Side Gallery obra de KIM Prisu junho de 2009 muro de berlim




EAST SIDE GALLERY obra de Kim Prisu1990 BERLIN 7-7-1990

Kim Prisu- Karin Kaper - Thierry Noir East Side Gallery 2009

BERLIM (AFP) - A East Side Gallery, famoso trecho do Muro de Berlim com desenhos de artistas, começou a ser retocada nesta quarta-feira como parte dos preparativos para o aniversário de 20 anos da queda do muro, indicou à AFP o diretor do projeto, Helmut Schermeyer.

O cimento do muro foi desgastado com o tempo e o concreto está rachado, disse. A East Side Gallery, conhecida como a maior galeria ao ar livre do mundo, foi decorada em 1990 por 118 artistas de cerca de 20 países. Ele tem 1,3 km e beira uma longa avenida.

estive lá de 25 de Maio a 8 de Junho

lundi





samedi

KIM PRISU

Was born at 15th of November, 1962, in Aldeia da Dona, near Guarda, in Portugal.
With 9 months of age, Kim was taken to Paris by his parents.When he was 7 years old received his first price in drawing, when he was 12, started to make cartoons, 3 years later wanted to be a rock star and making films…
In 1979, was invited by his professor of plastic art to participate in his first collective exposition where all other artists was already adults.
In 1980, in Paris, Kim with his friend, Quim P (Joaquim Pereira), created the NUKLÉ-ART concept and manifest, in which define a new kind of aesthetic in visual arts.1984: creation of NUKLÉ-ART group (collective) with Kriki and Etherno.KIM PRISU is without any doubt one of the precursors about this eighties pictorial movement, still ill defined, influenced by mix and cross-over culture, coming from fine arts, comics, video and graffiti.
Kim Prisu is considered one of the precursors of the Free Figuration movement started in ages of 80. His art was exposed in many Parisian galleries with such artists as J. M Basqiat,, Keith Haring, R.Combas, H Dirosa, Bazooka , Olívia TV Clavel, os Ripoulins, Francky Boy, Speedy, Graphito, os VLP, Nuklé-Art.
Actually, Prisu lives in Portugal, still working on painting and sculpturing, and still exposing his new creations in Portugal and France.
He collaborates with some performative groups and theatre companies, always looking for new artistic languages. He makes part of the group Inteiros, which the main philosophy is interaction between different kinds of artistic disciplines.
Humour and Imaginativeness, a determined positivism, are the best way in crisis.His originality is of still being a soft-hearted person with the Violence and profound in a computing-world: his art is VIDEOMATIKC !

jeudi

CURRÍCULO DE KIM PRISU Exposições


KIM PRISU (dito)

(Joaquim António Gonçalves Borregana)


Data de nascimento: Quinta-feira 15 de Novembro 1962 em Aldeia da Dona, Concelho do Sabugal, Distrito da Guarda.

EXPOSIÇÕES

1979- 1ª Exposição colectiva de desenhos «Bouse du Travail».de St.Denis.

1980 A 1985- Várias exposições em vários pequenos lugares. Paris.

1985- “Black and Rock” no Rex Club. Paris.

- "Galerie Bateau Gabes". Issy les Moulineaux.

1986- -14 junho1996 "les jeunes débarque " 1º leilão, "Maitre Binoche e Godeau "Drouot .Paris.

- "Pochoir a la une " Exposição colectiva na "Galerie du Jour", "Agnes B".Paris.- “Galerie Photo Graffiti” , colectiva e individual. Paris.

- Centenário Mercedes, colectiva, nos locais da agência de publicidade

Pulsion” e afixadas na rua pelos “Affichage Avenir”.Paris.

- “Galerie J.M Patras”, exposição colectiva. Paris.

- “ L’Avant Musée Baumbour”, exposição colectiva. Paris.

1987- Exposição colectiva e individual nos “Atelier du Spectacle”. Paris.

Prefiguration du Musée International du Graffiti, duas exposições colectivas: "Châteaux de Joreaux" no e na "Librairie, L’autre Rive". Maine et Loire| Paris.

Histoire de Rocker Maison de la Villette".Paris.

1998 A 1999- « Shablemen ans Frankreich» exposições organizadas por“ C.Maisenbacher” e as edições “Fischer Boot” em vinte cidades. Alemanha.

1990-Galerie Anne Rouff”com A.L.Tony como convidado. Paris.

- “East Side, Gallerie” CDR.Berlim. (D).

1991-“Galerie Anne Rouff”.Paris.

- "Galerie Christophe, 18 Av Matignon ".Paris.

1992- "Espace Belleville", "figuration fin de millenaire", colectiva .Paris.

1993- “Espace Cleo” …exposição colectiva. Paris.

1994- “Espace Imperio” e “Gallerie Magelan”, “Peintre portuguais de Paris”, Exposição colectiva. Paris.

-Museu de Vilar Maior, exposição colectiva. Vilar Maior/ Portugal.

-“Puzzle da vida” Clube arte 50.Lisboa.

1995-“ O pintor eléctrico” , na sede do jornal “Terras da Beira”. Guarda.

- Museu de Famalicão da serra. Exposição colectiva. Portugal.

1996-“Tout Azimut” exposições em dois locais organizadas pelo Marchand de arte contemporânea - Arnaud Brumet. De 27 de Maio a 10 de Julho durante os internacionais de ténis no recinto de “Rolland Garros”, Paris. - De 20 de Junho a 20 de Julho “Gallerie Sanguine”. Paris.

– “Le Ministére de la Culture” "Gallerie le Garage, 83510 Lougues..(F).

1997- “ L’origine de la Racine Tout Azimut” na sede da companhia de Seguros“Império. Paris.

1998\ 1999- Tableau en stock- "Gallerie le Singulier" .Paris.

2000-Exposição colectiva- “Boucherie D´Art”organisação MDLC, galerie

“le Garage”, e iténerante em várias cidades do sul de França. Lorgue.(F).

2000-Exp. Colectiva. “AS CORES DA GUARDA 1” Paço da Cultura.Guarda.

2002-Exp colectiva “Comemoração do 25 de Abril” mostra Artistas do Concelho do Concelho de Palmela, Cine teatro São João. Palmela.

-Exp. Colectiva – 1º Semana de Palmela em Jáveia. Expai d´Art. Lambere Centro cultural. Jáveia/Espanha.

ZAPPING” Ciclo “lugar aos nossos”, Galeria do paço da cultura. Guarda.

Exposição colec. de Artistas de Pinhal N. Auditório Municipal. Pinhal Novo.

2003-“CALEIDOSCÓPIO” exp. No Cine-teatro S. Joao. Palmela.

-BIENAL do AVANTE. Setembro. Seixal.

-BIENAL de CORUCHE. 1º Salão de Artes Plásticas. Coruche.

- “Deixem-me dançar em variarias vibrações” Espaço PIA. Pinhal Novo.

2004- Exposição colectiva para o aniversário do espaço PIA. Pinhal Novo

- Exposição no café com Estoria. Setúbal

-Expo. Colec. “Stencil Project” “Association Art Longa”, “Espace Culturel Multimédia” e “Espace Public Multimédia”. Paris

-Conferencia na exposição “son et lumière” com a tela “Naissance de trait bleu”

No centro George Pompidou. Paris

- Expo. Colec. Galeria Ícone. Setúbal

2005- EXPORÁDICO 2005. Exposição de Artes fábrica GUSTON, Alhos Vedros, Portugal.

Exposição, Gritos soltos na minha memória, Biblioteca-museu Republica e Resistência. Lisboa

Museu Republica e Resistência Lisboa.

- Exposição no espaço da Setcom. Quinta do Anjo.

- Bienal do Avante 2005

Bienal de Coruche 2º edição

2006- Expo: Galeria SANTA TERESA. Setúbal

Exposição colectiva: VERNISSAGE D´ART Pousada de Palmela

Expo :"PARADIGME" Galerie GARAGE". Lorgues / France

Expo: GALERIA BLEU BOEUF em PUGET-VILLE / France

2007- Expo: RESQUÍCIOS DE MITOS NUM ENSEJO DE EMPLIAR. Galeria do Paço da Cultura. Guarda

- Bienal do Avante 2007. Seixal

- Expo: “Romance de mundos”. Espaço “O sol moí o pai” . Pinhal Novo

- Exposição colectiva “Aquilo à Mostra!”. Galeria do Paço da Cultura. Guarda

- Exposição na velha estação da CP do Pinhal Novo,

Artista plástico convidado no festival de amostra de cinema alternativo, “O Cão Amarelo”

2008- Exposição colectiva Maître et Démettre" - 8 mai au 3 juin 2008 galerie « Les Singulier ». Paris.

- Exposição, espaço « Mystic ». Montijo

- Encomenda de uma escultura de ferro de 4 metros de altura, pela junta de freguesia do Pinhal Novo….

Happening, «Performance» e outras actividades

Exposição museu Sabugal. Sabugal

mercredi

JOAQUIM ANTÓNIO GONÇALVES BORREGANA

Joaquim António Gonçalves Borregana
dito
KIM PRISU
Nasceu em Aldeia da Dona a 15 Novembro de 1962

Em Portugal no distrito da Guarda, concelho do Sabugal.

Né dans le petit village d´Aldeia da Dona le 15 novembre 1962 .

Au Portugal dans le district de Guarda, canton du Sabugal

Foi levado aos nove meses para terras de França, aos 7 anos teve um prémio em desenho, aos 12 anos começou a fazer banda desenhada, aos 15 queria ser rock star, e queria fazer filmes .


Emigra en France a l´age de 9 mois, a 7 ans il obtient un prix de dessin, a 12 ans il commence a faire de la bande dessinée, a 15 ans voulais être rock star, et être cinéaste.


Em 1979 é convidado pelo seu professor de artes plásticas a participar na sua primeira exposição, um colectivo onde os outros artistas eram todos já adultos.

En 1979 il est invité par son professeur d´art à participer dans une exposition qui fut sa première, une exposition collective où tous les autres artistes étaient des adultes.




Em 1979, na 1º exposição colectiva o KIM apresenta só desenhos.
En 1979 dans sa 1º exposition collective, KIM pressente que des dessins.
«Bouse du Travail»......de St.Denis.

1980 a 1985- Várias exposições em bares e restaurantes e associações culturais. 1980 a 1985 diverses expositions dans des bar, restaurants et associations culturelles
Paris

1º peinture a l'huile sur toile collé sur carton : société de consommation. 1980.
1º Pintura a óleo sobre tela colada em cartolina grossa: sociedade de consumo. 1980.

L´ART PRODUIT EN MOI UNE GRANDE EMOTION

Rêve solitaire à plusieurs Dimension 1984

http://www.google.com/search?hl=pt-PT&q=ERASERHEAD+DAVID+LYNCH+&spell=1

Le film "ERASERHEAD" de David Lynch qui a la fin des année 70 ma donnée une nouvelle émotion sur mon regard envers les images. La série des noir et blanc bleu, et surtout pour le tableau " Rêve solitaire à plusieurs Dimension ", ma été inspiré par ce film, ainsi que le cinéma en noir et blanc.L´image souvent organique était rehaussé de lignes rouges bien droites, qui étaient pour moi ce qui dans un certain concept représentait la société moderne, droite pour la technologie, rouge pour sa violence. Cette série a été faite à l´huile et glycero sur bois.

O filme "ERASERHEAD" de David Lynch que no fim ano 70, me deu uma nova emoção o meu olhar para com as imagens. A série dos pretos e brancos azul, e sobretudo para o quadro " Rêve solitaire à plusieurs Dimension (sonho solitário em varias dimensões)", inspirei me de este filme, assim como pelo cinema á preto e branco azul. A imagem frequentemente orgânica era aumentada de linhas vermelhas bem direitas, que eram para mim o que em certo conceito representava a sociedade moderna, direita para a tecnologia, vermelho para a sua violência. Esta série foi feita a óleo e glycero sobre madeiras.


NOVA FIGURAÇÃO \ FIGURATION LIBRE

Figuração Livre é um movimento artístico do início dos anos 1980, aparecido em reacção à Arte Minimalista e Conceptual. Em vários países, jovens artistas propõem uma pintura figurativa e colorida: Néo Expressionistas ou Novos fauves na Alemanha, Trans Vanguarda na Itália, Bad Painting nos estados Unidos, Figuração livre na França. Este movimento frequentemente é associado ao fenómeno graffiti. A paternidade da denominação Figuration livre é às vezes atribuída ao artista Ben.A Figuração Livre é caracterizado incumprimento de regras clássicas, utilização de materiais diversos e cores divergentes. A sua inspiração é de ordem popular, inspirada por imagens dos meios de comunicação social, TV, informática, BD, Belas Artes... Este movimento foi muito mediatizado nos anos 1980, com figuras notáveis como “Rémi Blanchard, “François Boisrond, Robert Combas, Richard e Hervé Di Rosa”.Mas Yvon Taillandier que nasceu em 1926 em Paris, é o pai espiritual do movimento da Figuração Livre.Pioneiros do movimento: o grupo “Bazooka , Olívia TV Clavel, os Irmãos Ripoulin, Francky Boy, Speedy Graphito, os VLP, Nuklé-Art, Kriki, Kim Prisu, Capitain Caverne, placide e Muzo, Frédéric Voisin, Paëlla Chimicos, banlieue banlieue, Jérôme Mesnager, Blek le Rat, Etherno, Marie Roufet ou Gérard Zlotrykamien” são associados à este termo Figuração livre.

La Figuration Libre est un mouvement artistique du début des années 1980, apparu en réaction à l'art minimaliste et conceptuel.Dans plusieurs pays, de jeunes artistes proposent une peinture figurative et colorée. Néo-expressionnistes ou Nouveaux Fauves en Allemagne, Trans Avant-Garde en Italie, Bad Painting aux États-Unis, Figuration libre en France. Ce mouvement est souvent associé au phénomène du graffiti. La paternité de la dénomination Figuration libre est parfois attribuée à l'artiste niçois Ben.La Figuration Libre se caractérise par le non-respect de règles classiques, l'utilisation de matériaux divers et de couleurs discordantes. Son inspiration est d'ordre populaire, inspiré par les images des mass media - BD, Vidéo, jeu (informatique ou non)... Ce mouvement est très médiatisée dans les années 1980, avec des figures marquantes comme Rémi Blanchard, François Boisrond, Robert Combas, Hervé et Richard Di Rosa.Mais Yvon Taillandier qui est né en 1926 à Paris, il est le père spirituel du mouvement de la Figuration libre.Le groupe Bazooka (plutôt précurseur du mouvement), les Frères Ripoulin, Les Musulmans fumants et Francky Boy, Speedy Graphito, les VLP, le groupe Nuklé-Art, Kriki, Kim Prisu, Capitaine Caverne, Placide et Muzo, Frédéric Voisin, Paëlla Chimicos, Banlieue Banlieue, Jérôme Mesnager, Blek le Rat, Etherno, Marie Roufet ou Gérard Zlotrykamien sont associés à ce terme de Figuration libre même s'ils n'étaient pas présents dans l'exposition du même nom.

Exemple d´Oeuvre 1981 a 1983

NUKLÉ-ART

No ano de 1980
Em Paris, K!m Pr!su e Quim P (Joaquim Pereira) dão origem ao conceito Nuklé-art, adquirir os argumentos da civilização, das imagens que agem como encanto nas multidões, desviadas dos medias, informática, das artes, da banda desenhada, do cinema, da iconografia popular, publicidade…

En 1980
À Paris, KIM PRISU et Quim P ( Joaquim Pereira) donnent origine au Concept Nuklé-art acquérir les arguments de la civilisation des images, qui agissent en tant que enchantement sur les multitudes, dévié des mas medias, de l´informatique, des arts, de la bande dessinée, du cinéma, de l'iconographie populaire, la pub…

- Relativamente a NUKLE-ART...
Em 1980, eu e um amigo de infância (Joaquim pereira dito quim P) queríamos fazer um núcleo de pessoas que trabalhassem em várias áreas artísticas num conceito de arte total. Em 1984 formei o grupo de artistas plásticos em conjunto com Kriki (christien Vallé ) e Etherno. Nesse momento havia muitos grupos de artistas que actuavam na rua colando pinturas “Pochoirs” pintados a spray nas paredes, os quais a comunicação social “catalogou-nos” à nova figuração. Criávamos a partir de objectos de recuperação, colocávamos na rua no metro obras pintadas sobre papel, fazíamos muitas performances com música, pintura esculturas usando a reciclagem. Mas tínhamos toda uma produção mais elaborada de atelier. Inspirando-nos sem complexos de todas as imagens que nos cercavam: banda desenhada, iconografia religiosa, televisão, arte popular, etc. Havia mais pessoas a trabalhar nos “Nuklé-Art”, na logística, em música, vídeo, fotografia mesmo se e a parte plástica é que foi avante. Acabámos com o grupo formal em 1987. Mas hoje ainda continua o Espírito Nuklé-art, que é um conjunto ainda de mais indivíduos, que envolve pessoas que foram influenciadas por nós. Eu continuo no mesmo conceito de arte total com o Mundo dos Inteiros que criei em 2003, conjuntamente com António Xavier, Paulo Proença, Sebastião Maresia, Rui Malo e também colaboro com o teatro Aquilo.
E gostava também ainda colaborar com mais pessoas.


J.A.G.B KIM PRISU 2004

IL YA DU NUKLÉ-ART DANS L´ERE DU TEMP


NUKLÉ-ART O GRUPO 1984\1987


- Qual a principal razão para o seu surgimento?
Uma vontade de vários criativos fazerem arte em conjunto e também facilitar a divulgação da produção artística. - Quais as principais etapas do trabalho que aí desenvolveste? Passei do trabalho de atelier, onde se está Só em frente da obra, para um trabalho colectivo. Discutíamos sobre as obras que cada um fazia pessoalmente, o que nos permitia uma análise mais vasta, o que me fez evoluir mais depressa no discurso artístico e filosófico. Fazíamos performances em público, não foi muito fácil por que era muito reservado na minha juventude, mas ajudou-me a desenvolver a arte da dramatização. Muito trabalho ligado à rua para um impacto meditativo. Também foi nessa época que entrei no mercado das artes, era preciso ser mais Profissional sem perder a minha identidade.
- "Nukle-Art" é um movimento...A arte é feita de movimentos? Este facto não o "limita"
Nuklé-art era simplesmente um grupo que a Crítica de arte catalogou na “figuração livre”. Mas nós queríamos fazer o movimento “ Puériliste”, fazer Arte com alma de criança. É que a nossa expressão está directamente relacionada com alguns dos movimentos estéticos anteriores, tais como o expressionismo, o grupo Co.Br.A. (Copenhaga, Bruxelas, Amesterdão), a denominada Arte Bruta ou mesmo a arte popular. Também fomos buscar à cultura comum dos mass-media, à Banda Desenhada, à música rock, à TV ou às Belas Artes, parte da inspiração.
- Ainda existem movimentos?
Enquanto os homens tiverem de catalogar, ficar em tribos, clãs, partidos, pode ser que existam movimentos; isso até serem inteiros. (KIM PRISU)


mardi

- Quando é que te iniciaste no "mundo da arte "... (tendo em conta que a tua formação não começou por esta área)...Como? Onde?

Desde pequeno que sempre me dediquei ao desenho, à pintura e esculpia madeira para fazer alguns dos meus brinquedos. Logo aos 6 anos, na 1º classe (CE1) obtive um prémio na área da matemática e outro do desenho. A partir dos 11 anos comecei a fazer Banda Desenhada e ilustrações. Como era bom em matemática o meu pai quis que fizesse uma formação em tecnologia (via automatismos). À noite e aos fins-de-semana em paralelo fui para uma formação em artes num atelier com vários mestres, tendo já participado anteriormente numa exposição com adultos aos 17 anos após ter sido convidado pelo meu professor de artes plásticas do liceu. No ano 1980 começo a pintar a sério os primeiros quadros influenciado pela Pop Arte. O meu 1º quadro tinha como titulo: “société de consommation” (sociedade de consumo) Mas a formação prolonga-se sempre no decorrer de uma vida, mesmo nos dias de hoje continuo a participar em cursos. Neste momento participo no curso “espaço ao olhar”, ligado à Universidade Nova de Lisboa. Por vezes sou eu o professor, estamos sempre a assimilar e transmitir.
(Estrato) Entrevista do KIM PRISU pela RAKEL BELCHIOR

- Revela-me a tua maior influência...Aquela que define, que te ajudou a perceber o caminho que acabaste por percorrer.

Sempre gostei de ver pintura já nos manuais da escola. Aos 12/ 13 anos ia mais o meu amigo Joaquim Pereira (Quim P. com o qual em 1980 criei o conceito Nuklé-Art) quase todos os domingos íamos (por que era de graça naquele tempo os domingos) ao museu do Louvre. Sendo este um bom sitio para começar a formação de história das artes, visto que começa logo com o princípio da nossa cultura e civilização e que vai aproximadamente até ao século XVIII. Obras relativas a um período com mais de 5000 anos. Desde que em 1978 numa saída de estudos ao “ Centre George Pompidou ”vi a sua colecção, mas o geral das obras expostas, fez – me ter muitas interrogações. Gostava muito de Picasso, Dali e dos surrealistas em geral, não compreendia Miro, encontrava a pintura dele vazia, mas depois desta visita de estudos fiquei diante de um quadro dele ali exposto e ressenti uma tal emoção que me fez compreender que a pintura era algo mais interior, e daí também fiquei a gostar muito do Jackson Pollock, fiquei com uma grande afinidade com abstracção e com a Pop Arte que sentia próxima da sociedade na qual evoluía. A partir daí comecei a querer compor imagens sobre a sociedade que me rodeava.
(estrato) Entrevista do KIM PRISU pela RAKEL BELCHIOR

lundi

- “Galerie Photo Graffiti” , colectiva e individual……….........……......Paris.

http://jefaerosol.free.fr/JefAerosol_bio.htm#11%20:%20années%2080

Extrait d´Oeuvres 1984 \1986


La mante au bal 1984

la mante au bain 1984

Madame bigoudi1985

Mauvais garçon 1986

Réveil après nuit trouble 1985

Pensée organique 1985
Couple ancien 1986
Couple moderne 1986
LE 25 juin 1986 1º vente aux enchère, par maître Binoche et Godeau,
KIM PRISU, les lots: 40 et 41 avec une erreur sur le nom "Price" au lieu de "Prisu".
40- "Amour de corrida". Acrylique sur toile 30x60 cm a atteint le prix de 2800 Francs.
41- "Réveil après nuit trouble". Acrylique sur toile 50x80cm a atteint le prix de 2300 Francs.

Kriki (Christian Vallée) and KIM PRISU (Joaquim António Gonçalves Borregana)

Si vous voulez en savoir plus sur le Nuklé-Art KRIKI allez sur sont site :

CURRÍCULO.CV .Fragmento. fragment. (2) DE KIM PRISU

- Tinha um projecto definido, digo, uma consciência daquilo que pretendias quando começaste?

Não tinha projecto definido, como já disse iniciei com a banda desenhada que comecei a publicar em jornais escolares e mais tarde em Fanzines, fazendo cartaz para bandas de Rock porque estava rodeado de muitos músicos (também quis ser musico mas tinha um sentido auditivo muito fraco) mas o meu maior sonho era ser cineasta, fazer filmes. Continuo a minha aprendizagem também faço performances e teatro, tudo isso me desenvolve os sentidos e enriquece – me culturalmente. O projecto era criar e assim poder exprimir-me. O desenho e a pintura tornavam-se mais acessíveis, uma vez que se podia aceder ao material necessário mais facilmente, e sempre se pode criar utilizando reciclagem de objectos, é o que costumo fazer com algumas das minhas esculturas. A nossa geração lá em França queria que a arte fosse para todos, sem limites. Fiz muitos projectos diferentes, colaborei com inúmeros artistas em várias disciplinas, tais como: música, teatro, dança vídeo, poesia, filosofia….
(Estrato) Entrevista do KIM PRISU pela RAKEL BELCHIOR

Les medias-peintres

Le jour du vernissage le sol de la galerie Jean Marc Patras fut couvert de feuilles avec le slogan : "Nuklé-art les pros de votre culture."

1º Expo en galerie (colective) 1986







la Céne peinte par PRISU, KRIKI et ETHERNO

POCHOIR A LA UNE 1986

(estrait)
Du livre "Pochoir a la une"
Texte et interview de Solange Pierson
Photographie de Guillaume Dambier (Nuklé-art)
Interviews/Promotion PLV: KRIKI (Nuklé-Art)
Conception/ Réalisation artistique
Florence Nonnez Lopes - François Gachet
réalisation: Thierry Mattei
EDITIONS PARALLÉLES
47 rue Saint-honoré
75001 Paris
D´après une idée originale du groupe Nuklé-art et de la librairie Paralèles
A l´epoque il y eu le 1º film traitant du pochoir
MURMURES IMPATIENTS
(série, Paris impromptu de Jacques Renard documentaire 1986 couleur 26min)
Cette émission donne la parole à quelques-uns des pochoiristes qui couvrent les murs de Paris depuis quelques années. Les interviews de ces peintres qui pratiquent le bombage au pochoir sont complétées par des images les montrant au travail. Ce reportage s'inscrit dans une série qui propose un regard inhabituel sur les multiples réalités quotidiennes de Paris.Avec la participation des pochoiristes suivants : Miss-Tic - Epsilon Point - Jef Aerosol - Midnight Heroes - Marie Rouffet - Nukle-Art - Dan - Blek le Rat


LIVRE "POCHOIR A LA UNE" 1986

1º Livre ou j´apparais
1º Livro onde apareço


dimanche

PRESSE NUKLÉ-ART




Rencontres du 13º tipe Liège (Belgique) \ Lille (France)












Photos :Jean Marie Lerat

VENTE CONTRE LE SIDA 1987


Espace Cardin
3 avenue Gabriel Paris 75008
Vente du mercredi 14 octobre 1987
A 21h
TABLEAUX MODERNES
ET CONTEMPORAINS
Au bénéfice de l´association AIDES et du cercle des médecins
Pour la lute contre le SIDA

Binoche et Godeau
Commissaires-priseurs associés
5, Rue la Boétie 75008

La vente est exonérée de taxes fiscales et a lieu sans frais

Experts:
Mr Claude Bernard HAIM, 5-7 rue des Beaux-Arts Paris 75006
Mr André SCHOELLER, 15, rue Drouot Paris 75009
Exposition publique : du samedi 10 octobre au mardi 13 octobre de 11hà 18h,
Le mercredi 14 octobre de 11hà 16h

1987 DÉBUT DE LA SÉRIE VIDÉOMATIK



En 1985 je fais les premières images pixellisé sur "Paint Brush".
Ça fait longtemps que je m´intéresse aux ordinateurs, faute de moyens je vais crée la série "Vidéomatik", que j´appelle aussi : Images par ordinateur sans ordinateur. Mais qui s´inspire techniquement des pixels, résolution année 80, des aplats de couleur en dégradé fixé les uns aux autres par des petits traits, mais comme la vision Nuklé-Art était que partout il y á de la vie et que tout est lié.


"Dame au narguilé, 1987", premier tableau de la série Vidéomatik.




VENTES AUX ENCHÈRES 1989




LA VILLETTE 1987

Base 101 (2), La Sygne, Epsilon, Kim prisu, Jeff Aèrosol, el Assistente
1º événement, ou KIM PRISU fait cavalier seul sans après la séparation du groupe Nuklé-Art.

samedi

GAZETTE DROUOT







1990

1990 Mur de Berlin-Est

die East Side Gallery 2000 nach Wiederherstellung von 330 Metern
In dieser Form existierte die East Side Gallery nur für sehr kurze Zeit. Seit Juli bis ca. September 1990. Bereits in dieser Zeit und dann auch später wurdendie Bilder ganz oder teilweise übermalt oder getagt. Der Winter 1990-1991 tat ein Übriges, sodass die Bilder mehr oder weniger stark beschädigt wurden.Durch Initiative und unermütliche aufopferungsvolle Arbeit der Künstlerinitiative East Side Gallery e.V. maßgeblich durch seinen Vorsitzenden Kani Alaviwurde diese Gallery unter Denkmalschutz gestellt. Dadurch gelang mit Hilfe von Sponsoren bereits im Jahre 2000 eine Teilrestaurierung eines 330 Meter langen Mauerabschnittes durch die Maler selbst. 2006 soll es nun endlich losgehen: Die gesamte Mauer wird grundauf saniert, der Beton behandelt und versiegelt und die damaligen Künstler malen ihre ursprünglichen Bilder von 1990 noch einmal an dieselbe Stelle der Mauer. Ziel ist es, die East Side Gallery in ihrer ursprünglichen Fassung wieder erstehen zu lassen.



http://www.eastsidegallery.com/french/artist11.htm

Berlín.- El ilustrador catalán Ignasi Blanch, los portugueses Kim Prisu (Joaquim Borregana) y Ana Leonor Rodrigues, los cubanos Rodolfo Ricalo y Teresa Casanueva y el chileno César Olhagaray participaron en 1990 junto con un centenar de artistas de todo el mundo en una iniciativa para plasmar sus obras de arte en la cara este del Muro de Berlín, hasta entonces inaccesible, informó Dpa. Hoy, diez años después, y gracias a un patrocinador largamente buscado, la Federación alemana de la Industria de Pinturas, la East Side Gallery está siendo restaurada para la posteridad. Más de 40 de los artistas que pintaron estos 1,3 kilómetros del muro a la altura del barrio berlinés de Friedrichshain vuelven ahora a Berlín para reconstruir 330 metros de la mayor galería de arte al aire libre del mundo, hoy destrozada por el paso del tiempo.

http://www.eluniversal.com/2000/06/19/cul_art_19372II.shtml

KIM PRISU

O meu retrato feito pelo artista plástico e amigo Hervé Morlay dito VR em 1993.
Mon portrais peint par le plasticien et ami Hervé Morlay dit VR en 1993.


lavrador



O lavrador escultura de Kim Prisu e A.L. Tony
A Arte não começa as portas do museu. No primeiro dia só era um monte de ferragens agrícolas que trabalharam a terra areada da Aldeia, e outros ferros importados de além dos montes. De inicio, procurámos o movimento e o pensamento que transmite à estrutura atómica do metal, um parecer de vida.Com acumulação de objectos, vários artistas criaram obras, tal como: o escultor francês Arman que nos remove numa expressão abstracta, O k!m Pr!Su trabalham numa perspectiva figurativa livre, dada pelo conjunto das ferramentas que podiam ter pertencido ao sujeito tratado, neste caso a um agricultor de há trinta anos, desta aldeia Ariana. As interrogações, de uma escultura que não deixa de funcionar como valorização sedentária de um Lugar específico, um sonho artístico que nos leva à impressão de uma obra cujo a plástica e o conceito está no seu presente e nos olhos interiores da nossa memória passada.....................




Fim 1987 KIM PRISU après la fin du groupe NUKLÉ-ART, K!m fit cavalier seul, mais voulait continuer le projet Nuklé-Art…
Mais plus dans un esprit que dans un groupe fermé, A.L. Tony (António Leitão) le rejoigne. Tony fut saisi de la passion des Arts plastic, a la quelle il s´initia avec K!m Pr!su, et ainsi est née l´école Nuklé-Art em 1989.

Qui se concrétise par une expo a la Galerie Anne Rouff, ou Kim Prisu invite A.L. Tony a Participer.






1991 EXPO GALLERIE ANNE ROUFF CORNIER







(0100- 1010)-(0100-1001)-(0100)-(1101)
La double signature en langage binaire
qui veut direun certain code, "KIM"
existe a partir de 1987
A dupla assinatura em linguagem binário
que deve dizer num certo código "KIM"
existe a partir de 1987



Expo de peintures, sculptures, Vidéo avec le film de Kim Prisu "le jeu de la vie 1991"








suite EXPO ANNE ROUFF




vendredi

GALERIE CHRISTOPHE




Mon atelier du 37 rue de Torcy 75018 Paris a l´époque de la galerie Christophe.
O meu atelier do 37 rua de Torcy 75018 Paris, na época da galeria Christophe.







JEAN MICHEL BASQUIAT
BEAUJEAN
BLEK
BUCHER Bénedicte
CAPITAINE CAVERN
CARRE Michel
CAUWET Thierry
CLAVEL Olivia TV
COMBAS Robert
CRESPIN Joel
DI ROSA Hervé
GAUTHIER J.MARC
GILGOGUE
GIRAUD
GLAMOCAK ZLATKO
KEITH HARING
JON ONE
KAJ-FICAJA
K!M PR!SU
KRIKI
LUKASCHEWSKI
MESNAGER J
MISS TIC
MUZO
PLACID
PLESSIER Claude
SHARP
SHOLBY 92
SPEEDY GRAPHITO
TYKOCZINSKI PH.
ULLOA Victor
WALDRON IRA
ZLOTYKAMIEN G

ESPACE CLEAU



LISBONNE 1994 LISBOA


LISBONNE 1994 LISBOA
1º EXPOSIÇÃO DE KIM PRISU em PORTUGAL
1º EXPOSITIONDE KIM PRISU AU PORTUGAL
Só em 1994 é que o Kim, por intermédio de um coleccionador Suíço e da galeria de arte “Cristophe”, é que apresenta, pela 1º vez o seu trabalho no “Clube Arte 50” em Lisboa.
C´ est seulement en 1994 que Kim, par l'intermédiaire d'un collectionneur Suisse et la galerie"Cristophe", présente, pour la 1º fois son travail á la galerie" Clube Arte 50 " à Lisbonne





GALERIE MAGELLAN 1994 IMPERIO ASSURANCES



“Les peintres Portugais de Paris”, constituent une réalité incontournable pour la France et le Portugal que certains – dont Império – on eu le privilège d´accompagner depuis plus de vingt ans. Attirés par les « lumières » de Paris, ces artistes y recherchaient ce que seul une grande ville internationale peut offrir : une ouverture constante aux nouvelles idées, aux nouveaux courant, mais aussi des possibilités de contacts multiples tant dans le domaine culturel, qu´au plan social, politique et humain…
Extrait : José Santos Teixeira.

"Os pintores Portugueses de Paris", constituem uma realidade incontornável para a França e Portugal que alguns – cujo Império – teve o privilégio de acompanhar desde mais de vinte anos. Atraídos pelas "luzes" de Paris, estes artistas procuram por lá o que só uma grande cidade internacional pode oferecer: uma abertura constante às novas ideias, novas orientações, mas também das possibilidades de contactos múltiplos tanto no domínio cultural, que no plano social, política e humano...
Extracto: José Santos Teixeira.


- A.JOSÉ TEIAS – JOÃO MONIZ - JOSÉ DAVID
- K!M PR!SU – LILI MELO - LISA SANTOS SILVA
- CARLOS FERREIRO - COSTA CAMELO - DIMAS MARCEDO
- FERREIRA ROCHA - JACINTO LUIS - ANDRE SHAN LIMA
- BATISTA ANTUNES – BERTINO - BRANQUINHO PEQUENO
- LOUIS ROCHA - MANUEL BARATA - MANUEL CARGALEIRO
- MANUELA DA SENA – RODRIGO FERREIRA.

TERRAS DA BEIRA e AMÉRICO RODRIGUES


"Património de afectos" foi antes de ser um livro, crónicas publicadas com regularidade na última página do Terras da Berra a partir de Janeiro 2003, retratos de um repórter atento e sensível “Américo Rodrigues”. O livro é publicado em 1995.
É para o Kim Prisu a 1º vez que aparecia em língua portuguesa.
Na pagina 135,136 e 137.
Mas também foi um encontro com o Artista criador, Américo Rodrigues e o teatro Aquilo, com o qual por vezes colaboro, cenário para a actuação “Diário de um loco”, cartaz para a actuação “Bestiário”, improviso, ilustração para o livro “O mal” …

"Património de afectos" avant d'être un livre ce fus des chroniques édité avec régularité en dernier pagina du journal "Terras da Berra" a partir de Janvier 2003 à l´ images d'un journaliste attentif et sensible "Américo Rodrigues". Le livre est édité en 1995.
Et pour Kim Prisu apparaît dans ce livre pour la 1º fois en langue Portugaise.
aux pages 135.136 et 137.
Ce fut aussi la rencontre avec le createur Américo Rodrigues et le théâtre "Aquilo", avec lequel il va collaborer, décor pour la pièce "Diario de um louco (journal d´un fou)", affiche pour la pièce "Bestiário", performance improvisation, illustration pour le livre" o mal"...









jeudi

AQUILO TEATRO






2005

A arte bem temperada
Victor Afonso

A arte multimedia representa um módulo de criação artisticamente múltiplo e interdisciplinar na forma e nos recursos utilizados, assim como uma espécie de simbiose umbilical entre linguagens estéticas aparentemente inconciliáveis. Os Gregos juntavam o drama teatral, o coro e o bailado recorrendo igualmente a diversa maquinaria para a construção de cenários. O grupo Aquilo apresentou a primeira performance multimedia em Abril de 96, quando estreou a produção intitulada “A Palavra Comida Pelos Deuses” (ver “TB” 2/5/96) que integrava quatro modalidades distintas de expressão artística: cinema, música, poesia e pintura. Com a apresentação do espectáculo “Imprevisto” (organizado pelo Aquilo e pela OFMUBI), na semana passada, o grupo de teatro da Guarda demonstrou ter desenvolvido um processo estilístico pessoal na abordagem a esta área artística, bem como uma interpretação original no manuseamento das premissas estéticas subjacentes à especificidade conceptual da arte multimedia.
Deste modo, “Imprevisto” foi menos um corolário acomodado da experiência adquirida com a peça “A Palavra Comida Pelos Deuses” e mais um trabalho de busca incessante de novas e estimulantes formas de produzir (inter)arte, experimentando a interactividade de processos criativos, a exploração de ideias e a dialéctica entre diversas manifestações artísticas, neste caso, abordando a música, a dança, a pintura, a poesia (e a fita magnética pré-gravada).“Imprevisto” resultou pois num exercício consistente de fusão artística, num «work-in-progress» (na linha dos grupos Fluxus, Living Theatre ou de John Cage), numa obra deliberadamente aberta porque não estereotipada e muito menos aprisionada em amarras de figuras estilísticas convencionais e facciosamente previsíveis; e deveras imprevisível foi a não comparência do anunciado músico Nuno Rebelo, impossibilitado de se deslocar à Guarda por causa da neve.
Apesar de ter havido um claro fio condutor orgânico - e uma coerência estrutural demarcada - durante todo o espectáculo, este foi sobretudo marcado pelo papel preponderante que a improvisação, enquanto linguagem estética autónoma, representou: na abordagem musical dos instrumentistas (livre e semi-espontânea), no exercício pictórico de Kim Prisu (uma espécie de esfuziante pintor naif “distorcido” que pintava ao sabor vacilante da expressividade artística envolvente), na performance discernida e sóbria das dançarinas e, claro está, na intervenção sempre imprevisível de Américo Rodrigues que, com os seus maneirismos vocais explorou fonética e ritmicamente textos do tão esquecido poeta Ângelo de Lima (para além de belos exercícios vocais conjugados com as vozes gravadas de cantores de Tuva e de Antonin Artaud).
Por vezes cerebral e inacessível, outras vezes luminosa e emotiva, a peça “Imprevisto” revelou uma notável heterogeneidade de afirmação de carácter e uma personalização efectiva (que se tem tornado, ao longo do tempo, cada vez mais rica) no desbravar de estimulantes formas de entendimento da criação artística contemporânea. Um espectáculo inovador não terá sido porventura (depois de Cage, Beckett ou Duchamp já não existem concepções inovadoras na arte contemporânea e os gritos viscerais e convulsivos do “coro cabeludo” são influência directa do Living Theatre), mas foi positivamente uma experiência que, pela sua intrínseca e inerente morfologia criativa, abriu novos horizontes de compreensão artística ao público menos esclarecido, brindando-o com um espectáculo comunicativo, rebuscado e maximizado por sensações inauditas e, quiçá, irrepetíveis. Foi de facto um espectáculo de arte bem «temperada», mesmo se levarmos em conta que, segundo o músico Debussy, “a arte é a mais bela das mentiras”.

VICTOR AFONCO


O PASTOR A CABRA E O CÃO


(Escultura de ferro)
PROJECTO ALDEIA CULTURAL DE KIM PRISU e de A.L. TONY

NO JORNAL TERRAS DA BEIRA

mercredi

GALERIE SANGUINE - Tout Azimut






GALERIE GARAGE






http://www.mdlc-lef.com/galerielegarage/historiqueexpos.htm

Madeire. Madeira 1986 a 1989

Apres mon départ de Paris pour vivre au Portugal, j´ai commencé a vivre selon les colocation de mon épouse Elisabete, qui est professeur de Portugais Français, qui pour sa part est né en France. Elle a été placée á Madère, ou j´ai vécu trois ans avant d´être placé à Pinhal Novo a 35 Km au Sud de Lisbonne.

Após a minha partida de Paris para viver em Portugal, comecei a viver de acordo com as colocações da minha esposa Elisabete, professor de Portugueses Francês, que por seu lado nasceu na França. Foi colocada na Madeira, onde vivemos três anos antes de ser colocada em Pinhal Novo á 35 Km á Sul de Lisboa.

Exp. Império "L´origine de la racine tout azimut"










5 Nov. 1998 ma plus belle création en commun avec Elisabete M. Pinheiro B., Ana Bela, voit la lumière du jour.

Le 5 Nov. 1998 ma plus belle création en commun avec Elisabete M. Pinheiro B., Ana Bela, voit la lumière du jour.


CURRÍCULO.CV .Fragmento. fragment. (4) DE KIM PRISU

EXPOSITIONS. EXPOSIÇÕES 2000 / 2005

2000-Exposition collective, “Boucherie D´Art” organisation MDLC, galerie
“le Garage”, e itinérante dans le sud de France. Lorgue.(F).
2000-Exp. Collective. “As Cores da Guarda 1”. Guarda.
2002-Exp collective “Commémoration du 25 de Avril” avec les artistes vivant dans le canton de Palmela, “Cine teatro São João”. Palmela.
-Exp. Collective –Jáveia...Expai d´Art. Lambere (Centre culturel). Jáveia / Espanha.
“ZAPPING”, Galerie “do paço da cultura”a. Guarda.
Exp. colective. Espace Municipal. Pinhal Novo.
2003-“CALEIDOSCÓPIO” exp. No Cine-teatro S. João. Palmela.
Exposição espace “Bando” théâtre. Vale dos Baris
-Biennale, Avante. Seixal.
-Biennale, de Coruche. 1º Salon d´ Arts Plastics. Coruche.
- “Deixem-me dançar em várias vibrações” Espace PIA. Pinhal Novo.
2004- Exposition collective para o anniversaire do espace PIA. Pinhal Novo
- Exposition espace “ Estoria ”.. Setúbal
- “Son et lumière” “naissance de trait bleu”. Centre George Pompidou .Paris
- Expo. Colec. Galerie “ Ícone ”. Setúbal
2005- Exporádico 2005. Alho Vedros
- Exposition, “Gritos soltos na minha memória”., Bibliothèque-musé “ Republica e Resistência ”. Lisbonne.
- Exposição , espace Setcom. Quinta do Anjo.
- Biennale “Avante”. 2005
- Biennale de 2º edição Coruche 2005



2000-Exposição colectiva, “Boucherie D´Art”organização MDLC, galeria
“le Garage”, e itinerante em várias cidades do sul de França. Lorgue.(F).
2000-Exp. Colectiva. “As Cores da Guarda 1” Paço da Cultura. Guarda.
2002-Exp colectiva “Comemoração do 25 de Abril” mostra Artistas do Concelho do Concelho de Palmela, Cine teatro São João. Palmela.
-Exp. Colectiva – Jáveia...Expai d´Art. Lambere, Centro cultural. Jáveia / Espanha.
“ZAPPING”, Galeria do paço da cultura. Guarda.
Exposição colectiva. Auditório Municipal. Pinhal Novo.
2003-“CALEIDOSCÓPIO” exp. No Cine-teatro S. João. Palmela.
Exposição no Bando teatro. Palmela
-Bienal do Avante. Seixal.
-Bienal de Coruche. 1º Salão de Artes Plásticas. Coruche.
- “Deixem-me dançar em várias vibrações” Espaço PIA. Pinhal Novo.
2004- Exposição colectiva para o aniversario do espaço PIA. Pinhal Novo
- Exposição no espaço com Estoria. Setúbal
- “Son et lumière” “naissance de trait bleu”. No centro George Pompidou .Paris
- Expo. Colec. Galeria Ícone. Setúbal
2005- Exporádico 2005. Alho Vedros
- Exposição, Gritos soltos na minha memória, Biblioteca-museu Republica e Resistência Lisboa.
- Exposição no espaço da Setcom. Quinta do Anjo.
- Bienal do Avante 2005
- Bienal de Coruche 2º edição

mardi



Mais uma obra de arte na Aldeia da Dona
"O Cavador"
Vem da vinha, cansado, o cavador. No bolso traz a chave de casa que lhe promete descanso, ao ombro a enxada de uma vida. Corpo hirto e rígido, o cavador caminha por entre as veredas até à Aldeia da Dona. Antes de chegar às casas, dobra-se ligeiramente, tira o chapéu e saúda com reverência os que já partiram. E ali ficou, em frente ao cemitério, lugar de memórias eternas, porque foi assim recordado. "O Cavador" é a mais recente obra de arte que povoa a pacata aldeia do concelho do Sabugal, e o imaginário dos seus cada vez menos habitantes. Depois d' "O Lavrador", erigido em 1990, e "O pastor", em 1995, surge agora "O Cavador", mais uma das figuras que moram na memória de todos quantos conhecem as suas raízes. Kim Prisu (Joaquim Borregana), e A. L.Tony (António Pinheiro Leitão), são os criadores desta obra de arte em ferro. Homenagear a aldeia com a recriação de figuras que já escasseiam é, como refere Kim Prisu, «um sonho muito antigo». Um sonho que lhes consome os dias e lhes faz doer a alma. Porque «muitas vezes as pessoas não entendem que isto é arte» e porque «ninguém nos ajuda a fazer nada». «Nunca ganhámos um tostão», garante Kim Prisu, «é só gastar». Mas que ao menos houvesse reconhecimento, defende.
"O Cavador" levou cerca de três dias a fazer, no entanto foram necessários anos para reunir todas as peças de ferro necessárias. É que as únicas peças que os artistas utilizam nestas obras são ferros de alfaias agrícolas. Um arado, uma enxada, um ancinho, uma forquilha. Qualquer um destes objectos pode dar à luz um membro, uma peça de vestuário, um órgão destes homens de ferro. "O Cavador" possui estômago, pulmões e coração. As vértebras são pequenos ancinhos de uma qualquer horta, os braços parecem lâminas cortantes e as mãos assustam pelo pontiagudo das unhas, feitas com uma forquilha. De olhos voltados para o cemitério, o cavador franze as sobrancelhas e tira o pesado chapéu de ferro. Kim Prisu explica que o local foi escolhido porque faz parte do seu imaginário infantil «ver o cavador passar por ali ao final da tarde e orar pelos que já partiram». Deste modo, "O Cavador" é também «uma homenagem aos que já estão do outro lado». E quantos deles não foram também cavadores e pararam naquele mesmo local a lembrar o passado. O cavador de Kim Prisu e A L. Tony está quase vestido. A costura das calças é uma qualquer parte de um arado, tem portinhola, uma bolsa para a chaves e um cinto. O colete com mangas também não faltou, bem como o cabelo do trabalhador, que, como explica a rir Kim Prisu «de trás tem o meu cabelo e da frente o do Tony».
Aos artistas não faltam ideias para continuar este projecto de homenagear a memória de um povo. A Dona da Aldeia, uma senhora que carrega centenas de chaves porque era dona de toda uma povoação, o Moleiro e o seu burro, o acordeonista e o contrabandista são apenas algumas das figuras que já idealizaram. Mas é preciso tempo, que a pressa é inimiga da perfeição. Aos poucos mais homens e mulheres povoarão a Aldeia da Dona e a dona da aldeia terá cada vez mais chaves, porque tem cada vez mais habitantes.
Maria João Silva

MUSEU DE SALSELAS




Situado na aldeia de Salselas, concelho de Macedo de Cavaleiros, o Museu Rural de Salselas (MRS), um dos mais jovens museus do Nordeste Transmontano, abriu ao público em Agosto do ano 2000.

Único espaço museológico do concelho de Macedo de Cavaleiros e tutelado pela Junta de Freguesia de Salselas, o museu é uma criação de Jaime António Gonçalves, um emigrante em terras de França que mobilizou a comunidade emigrante da freguesia e a população local para a preservação de um património que corria o risco de desaparecer.
Reunidos esforços e vontades, a ideia, que nasceu em 1976, acabou por ser concretizada, tendo a população participado activamente no projecto, desde o seu empenho na construção do edifício até à doação do espólio que hoje exibe este espaço museológico rural, fazendo dele um projecto que assenta verdadeiramente no ?espírito comunitário?.
Situado no 1º piso do edifício, construído de raiz, que alberga também a sede da junta de freguesia, os 180 m2 de área destinados ao espaço de exposição permanente albergam já uma vasta colecção de objectos etnográficos. Muito do espólio permanece mesmo em casa dos seus proprietários, uma vez que o espaço já não permite a sua exposição.
Marcada por uma considerável colecção de objectos, testemunhos da forte relação entre o homem e a terra, esta exposição permanente encontra-se distribuída por dezoito secções temáticas, agrupadas em dois universos: o Universo do Homem e o Universo da Sociedade Rural.
O primeiro, constituído por doze das dezoito secções, reúne objectos que permitem ao visitante uma viagem pelas ancestrais técnicas de produção da terra, em ciclos como o do pão, do vinho, do azeite, ou do linho. Uma pequena visita por alguns ofícios como o do alfaiate, o sapateiro, a cesteira, o barbeiro, o ferreiro ou o caldeireiro. Entre outros, a visita passa ainda pela religiosidade transmontana.
O segundo, que recebe as restantes seis secções do museu, é uma espécie de visita pela casa transmontana, onde são recriadas a zona da lareira, da cozinha e do quarto. Em destaque está também a recriação do? Cabanal do Lavrador? A maior das dezoito secções, onde o tradicional carro de bois se encontra rodeado de inúmeras alfaias agrícolas.
A colecção tem ainda em exposição outras curiosidades como a peça escultórica? O Lavrador? do escultor francês Kim Prisu, construída a partir de restos de alfaias agrícolas e um painel com o nome daqueles que contribuíram para que este museu fosse uma realidade.
Aos visitantes, o museu disponibiliza para além da exposição permanente, visitas guiadas, venda de artesanato, exposições temporárias e outras actividades recreativas e culturais.
Ligados ao museu encontra-se também um forno de cal, fornos de telha, um moinho de água e vários espaços arqueológicos como o? Cabeço da Anta? e o ?Cabeço do Calvário?, ainda em fase de recuperação por parte de arqueólogos.

F. Jorge da Costa


CORES DA GUARDA


Integrado nas comemoração do 8º centenário da Cidade da Guarda, a Cãmara Municipal decidiu organizar uma exposição colectiva de pintores e escultores da Guarda, intitulada
AS CORES DA GUARDA ” 1 .
Esta exposição envolve cerca de 20 artistas plásticos que se encontram ligados à guarda
A presença de um número tãosignificativo de ARTISTASdemostra a pujança CULTURAL da Guarda, de uma cidade que é RECONHECIDAMENTE UMA CIDADE DA CULTURA
No Paço da Cultura

Tal como o NG já noticiou, encontra-se patente, no Paço da Cultura, até a sexta-feira uma exposição colectiva de pintores e escultores da Guarda, intitulada "As Cores da Guarda" I. Integrado nas Comemorações do 8º Centenário, a Câmara Municipal da Guarda decidiu organizar esta exposição como prova de que "não pretendemos simplesmente cultura que se faz importar a cultura que se faz noutros locais, mas também das lugar e visibilidade aos nossos criadores e artistas", explicou Virgílio Bento, vereador do Pelouro da Cultura da autarquia local.

A título de curiosidade, refira-se que esta exposição envolve cerca de 20 artistas plásticos que se encontram ligados à Guarda. "A presença de um número tão significativo de pintores e escultores demonstra pujança cultural da Guarda, de uma cidade que é reconhecidamente uma cidade da cultura" afiançou o vereador.

São cerca de 60 obras de autoria de artistas com formações, estilos e sensibilidades diferentes. Será, então o público a fazer o seu juízo crítico. Esta iniciativa pretende, ao mesmo tempo, homenagear a cidade da Guarda que comemora oitocentos anos.

Na exposição "As Cores da Guarda" pode observar trabalhos dos seguintes artistas: Aníbal Vaz Monteiro, António Oliveira, Evelina Coelho, Ilda Vaz, Júlio Cunha, Maria Lino, Natércia Logrado, Luís Rebelo, Victor Carreto, António Barreiros, Dora Tracana Diogo, Mário Carvalho, Luís Gonçalves, Barreira Pires, Isabel Regeiró, Ana Paula Camilo, Jerónimo Brigas, Kim Prisu, Arménio Dinis e Lourdes Borges.

A adesão a esta proposta da Câmara Municipal da Guarda foi de tal forma entusiástica que motivou a realização de uma segunda exposição "As Cores da Guarda" já em Setembro, com outros tantos artistas.

lundi




JÁVEA ESPANHA

1ª SEMANA DE PALMELA EN JÁVEA

EXPOSICIÓN DE ARTISTAS PLÁSTICOS DE PALMELA
DE 10A 15 DE JUNIO 2002.



JOAQUIM BORREGANA (KIM PRISU)
Ha nacido en aldeia da dona, Sabugal, Portugal en 1962. A los nueve meses lo llevan para Paris.
En los años 80, es pionero del movimiento ligado as novas figuración, con el grupo “Nuklé-Art". Empieza su camino como un guerrillero artístico, pinta, clava carteles pintados a la mano e “Stencils” (plantillas) sobre los muros de las calles o en el metro, de Paris, dejando pequeñas obras originales al alcance de los ojos y de las manos, en los caminos de Paris.
Con una voluntad que sale de la fuerza de su propio valor, conducido por de la figuración libre, mezcla la cultura urbana de Paris a los enseñamientos del luminoso campo Portugués. Las telas permanecen como una expresión poética urbana, una expansión que atraviesa el pasado y el presente e nos lleva para o futuro. Un universo en permanente expansión y contracción, una carga de genes navegando de mundo en mundo, de cultura en cultura que se reencuentre en su origen de nacimiento.


zapping 2002


A arte dos dedos ligados aos relâmpagos pelos fios invisíveis da loucura.

K!m Pr!su tem um estranho pacto com os céus. É dos relâmpagos que recebe a energia vital para a sua arte, á semelhança de outra grande artista Maria Barraca. Electricidade bruta, muitas vezes. Outras vezes, cores fortes que nos inquietam até á exaustão, até á perplexidade. Sim, é aos relâmpagos que o pintor vai buscar a força visceral, a luz excessiva. O nervosismo do traço. A epilepsia das formas. A incontinência verbal. A caligrafia ingénua. A pressa dos olhos. O abismo a espera. Ter muito para dizer já.

A arte de K!m Pr!su tem a marca indeléveis da rua, o estigma dos bairros periféricos, a violência estúpida, a demência dos dias, as cores saturadas, a escrita da revolta. K!m começou por instalar a sua arte na rua, deixando que ela se confundisse com a dos grafiteiros. Trouxe da rua uma consciência política e social que se confirma nos trabalhos mais recentes, marcados pela recusa da barbárie. Trouxe também da rua uma espécie de caleidoscópio íntimo que lhe permite um mundo como ninguém.

K!m Pr!su faz “zapping” fazer zapping é uma forma de desassossego, é não querer ficar quieto, é querer conhecer tudo e não querer conhecer nada, é uma forma de auto-bombardeio imagético, é andar no carrossel da pressa. A arte de K!m é uma viagem frenética, um percurso de vertigens, um hino á velocidade. Para compreender o trabalho de K!m é preciso fazer arqueologia: escavar a substância primeira, descobrir camadas de outras inscrições, limpar os restos, decifrar mistérios, desvendar o que é essencial. Porque as suas telas escondem um outro mundo, feito de intervenções sucessivas, de riscos, de palavras, de mensagens subliminares.
Por vezes festeja-se o caos, K!m perdido no labirinto mediático. Inscrições na parede da telas, versos roubados a outros poetas, a frase urgente escrita a giz, a denuncia do horror anunciado, mas também a memoria telúrica da terra primordial. As imagens Vidéomáticas omnipresentes, totalitárias, obsessivas e K!m Pr!su olhando e avançando… “em todos os sentidos”
E apesar de tudo, respiramos ainda.
Américo Rodrigues 2002



L'art aux doigts branché à la foudre par les fils invisibles de la folie.
K !m. Pr!su a un étrange pacte avec les cieux. C´ est de la foudre qu´il reçoit l'énergie indispensable a son art, à la similitude dune autre grande Artiste (de la région de Guarda) Maria Barraca. Beaucoup d´énergie (electrique) á l´état brute, des couleurs prépondérantes qui nous mène jusqu'à l'épuisement dans l´ inquiétude et la perplexité. Oui, c'est à la foudre de la vie que le peintre va rechercher sa force viscérale, dans une lumière extrême.
. Le tracé nerveux. L'épilepsie des formes. L'incontinence verbale. La calligraphie ingénue. La rapidité des yeux. L'abîme en attente. Avoir beaucoup à dire.
L'art de K!m. a l´ empreinte indélébile de la rue, le stigmate des banlieues périphériques, la violence stupide, la démence des jours, les couleurs saturées, l'écriture de la révolte. K!m a commencé par installer son art dans la rue, le laissant se confondre avec celui des graffiteurs. Il a apporté de la rue une conscience politique et sociale, cela se confirme dans ces oeuvres les plus récentes, marqué pour le refus de la barbarie. Il a également apporté de la rue une espèce de caléidoscope qui lui permet de voir le monde comme personne.
K!m Pr!su fait du "zapping", son zapping est une forme de ne jamais rester sur place, vouloir tout savoir, et ne rien vouloir savoir, une forme d'auto bombardement d'images, qu´il fait déambuler a la rapidité d´un carrousel. L'art de K!m est un voyage effréné, un passage vertigineux, un hymne a la vitesse. Pour comprendre l´ activité de K !m est nécessaire de faire de l'archéologie : creuser la première couche, pour en découvrir d'autres, nettoyer les parties restantes, déchiffrer les mystères, et ainsi decouvrir essentiel. Puisque ses toiles cachent un autre monde, fait d interventions successives, de traits, de mots, de messages subliminaux.
Une commémoration a cette période de chaos ou K!m se perd dans le labyrinthe médiatique. Enregistrements du présent sur le mur de la toile, frases volés à d'autres, l'expression pressante écrite a la craie, il dénonce l'horreur annoncée, mais également le mémoire tellurique de la terre primordiale. Les images Vidéomátiks omniprésentes, intransigeante, obsédante.
K !m Pr!su regarde et avance... "Dans toutes les directions”.
Mais malgré tout, nous respirons toujours

Texte d´Américo Rodrigues traduit par Nuklé-Art divulgation




ALEGRIA


«Alegria» é o novo habitante da Aldeia da Dona, no concelho do Sabugal. Trata-se de uma escultura criada por Kim Prisu e A. L. Tony, com a qual pretendem homenagear a pequena localidade. «Alegria» junta-se agora ao Lavrador, ao Pastor e ao Cavador.



Une nouvelle sculpture est née en août 2002 pour le public de Aldeia da Dona. Commencée en août 2001, "Alegria" vient enrichir le patrimoine artistique et culturel de Aldeia da Dona
Inspirés par "Gil", la mascotte de l'Expo 98, KIM PRISU et AL TONY ont donné forme à cette œuvre qui s'écarte un peu du style des autres sculptures. Appelée "Alegria", qui veut dire "Gaieté", cette sculpture est un hommage à tous les amateurs de musique que notre village a vu naître. Avec ses couleurs vives, elle invite tous les gens de passage à venir lire les paroles de chansons populaires inscrites sur son corps, incitant à la joie.


dimanche

ALCANTARA DESIGN




CINE-TEATRO S. JOÃO (PALMELA)









XIII BIENAL DO AVANTE 2003

samedi

KIM PRISU No Espaço Cultural P.I.A

espinal Medula e José Valério Eloy na inauguração da exposição do Kim Prisu na PIA

A cooperativa cultural PIA teve a honra de apresentar no seu espaço uma exposição do pintor Kim Prisu. Esta exposição decorreu entre 8 e 30 de Novembro de 2003, com o título “Deixem-me dançar em várias vibrações”. (...)
(...)Residindo actualmente em Pinhal Novo. Nesta localidade, foi lentamente tomando contacto com as pessoas e com as actividades culturais que por cá se fazem. Foi desta forma, que conheceu a Cooperativa Cultural PIA, onde hoje é já um colaborador activo. A sua exposição integrou-se no ciclo de exposições mensais desta colectividade.
Aos poucos as paredes começaram a encher-se de cores, formas e palavras. O verde e azul do espaço PIA, começa a ser invadido por estranhos personagens, habitantes das suas telas, unidos entre si pela pessoa que os criou. Entre eles, há um que grita em silêncio, não mais parou de gritar, audível a um ponto que chega a perturbar. Da sua boca escapam se (ou entravam?) pregos. Um grito de revolta, o primeiro grito e o ultimo, talvez um eco de alerta para o que a irracionalidade humana pode provocar.
Os quadros de Kim, convidam à conversa. Fazem-nos perguntas e depois não as respondem. Dizem-nos para os olharmos com atenção, que havemos de descobrir sempre algo mais. Fazem lembrar raras pessoas que nos podem surpreender. E estes quadros dizem mesmo muito. De várias maneiras. Dizem, se observados de longe, que são um todo, numa harmonia conseguida através da forma, cor e movimento, ao mesmo tempo que nos puxam para perto de si. Dizem mais perto, quando com eles iniciamos um diálogo quase em sussurro. Contam-nos a sua história através das letras, caligrafias com que Prisu nos leva ao(s) significado(s) dos seus quadros. Descobrimos segredos, ideias, convicções, sobreposições e enredos. Maneiras de ser e de estar num mundo que terá sempre tanto para descobrir e admirar. E depois a energia, a luz, a vida que lhes preside. Como se fossem feitos devagar, sem regra que não a de serem eles próprios, alheios a relógios cinzentos, que nunca tiveram direito a estar no pulso do autor.
De facto, quem quiser contemplar a pintura de Kim Prisu tem de ver mais do que simplesmente olhar. E um dia só não basta. Por vezes as suas telas são tímidas, não nos dizem tudo à primeira, é preciso ter paciência, insistir, ler nas entrelinhas, literalmente. E foi isso o que algumas pessoas que visitam o espaço PIA fizeram. Deixaram-se conduzir pela curiosidade, motivados pelo que queriam ver. Um pormenor interessante: quase sempre o artista estava presente, disposto a servir de guia a uma viagem ao seu mundo. Desta forma, algumas noites no espaço PIA foram passadas a abordar a pintura exposta, numa interacção entre um público que se mostrou interessado e um pintor que gosta tanto de ensinar como de aprender. Para Kim Prisu “a arte é uma coisa interactiva”, sendo “uma forma de comunicar aquilo que não se pode comunicar por palavras, porque nem tudo se pode explicar por palavras”. Revela-nos que lhe dá uma grande satisfação falar de arte com pessoas que normalmente não falam de arte e deixar os seus quadros serem apreciados pelas pessoas comuns, não por críticos de arte profissionais, ouvindo com atenção aquilo que elas tem para lhe dizer. A sua pintura é feita de poesia em estado puro, numa mistura de cultura urbana com os campos da sua infância, onde por certo a luz reinaria. Descobri-la é tornarmo-nos arqueólogos das telas, buscando sempre mais um pormenor a cada olhar: uma palavra emprestada de um poeta, uma figura que não se tinha reconhecido ao longe, uma cor escondida, a referência a um acontecimento recente. Depois afastamo-nos, olhamos de longe e tudo isso desapareceu. O que fica é uno: equilíbrio seguros, contrastes suaves, letras que se transformam em traços, linhas e ritmos, cores fortes e intensas. De resto, a sua predilecção por cores puras (diria musicais), já lhe valeu o apelido de “o pintor eléctrico”.
Por fim, percebe-se que a sua arte traz uma mensagem. Fala-nos do bem e do mal e de como nós somos responsáveis por ambos. Diz-nos que o mundo que temos pode ser bem melhor. Basta querer e não ter medo de sonhar. Uma arte para todos os que têm olhos para ver através da alma, um dicionário das cores e da luz. Deixemo-lo então dançar, e sobretudo pintar, em várias vibrações!
ANTÓNIO XAVIER

Sons et lumières


"Naissance de trait bleu"


Le weblog de l'Oncle Tom ! mercredi, novembre 3


Sons et lumières au Centre Pompidou Dans son communiqué, le centre pompidou illustre sa manifestation SONS ET LUMIERES par le poème de Baudelaire, Correspondances. Pour le plaisir, le voici:CORRESPONDANCESLa Nature est un temple où de vivants piliersLaissent parfois sortir de confuses paroles;L'homme y passe à travers des forêts de symbolesQui l'observent avec des regards familiers.Comme de longs échos qui de loin se confondentDans une ténébreuse et profonde unité,Vaste comme la nuit et comme la clarté,Les parfums, les couleurs et les sons se répondent.Il est des parfums frais comme des chairs d'enfants,Doux comme les hautbois, verts comme les prairies,- Et d'autres, corrompus, riches et triomphants,Ayant l'expansion des choses infinies,Comme l'ambre, le musc, le benjoin et l'encensQui chantent les transports de l'esprit et des sens.Mais on peut préférer celui de Rimbaud, voyelles, qui, s'il ne parle pas explicitement du son n'en est pas moins, à mon sens, une illustration encore plus éclatante de cette idée auourd'hui évidente et lumineuse du symbolisme qui fait qu'un son a une couleur, pardi, une couleur son odeur, évidemment, et un parfum sa tonalité. Qui aujourd'hui oserait prétendre le contraire? Alors, pour le plaisir encore, le petit poëme de Rimbaud:VoyellesA noir, E blanc, I rouge, U vert, O bleu : voyelles,Je dirai quelque jour vos naissances latentes :A, noir corset velu des mouches éclatantesQui bombinent autour des puanteurs cruelles,Golfes d'ombre ; E, candeur des vapeurs et des tentes,Lances des glaciers fiers, rois blancs, frissons d'ombelles ;I, pourpres, sang craché, rire des lèvres bellesDans la colère ou les ivresses pénitentes ;U, cycles, vibrements divins des mers virides,Paix des pâtis semés d'animaux, paix des ridesQue l'alchimie imprime aux grands fronts studieux ;O, suprême Clairon plein des strideurs étranges,Silence traversés des Mondes et des Anges :- O l'Oméga, rayon violet de Ses Yeux ! Pourquoi je vous raconte tout ça? Figurez-vous que le centre Pompidou a choisi pour illustrer son billet, une toile de Kim Prisu, "naissance de trait bleu", qui pour les correspondances n'y va pas de main morte, comme on dit. Depuis la vénus de botticelli, jusqu'à la sncf, le choix est vaste.
Quand vous saurez que Kim Prisu est un des fondateurs du groupe Nukle-Art en 1984, avec Etherno et KriKi et que ce groupe est un des promoteurs de l'art urbain et mural vous aurez fait le tour. Bref, Son et Lumière, c'est au Centre Pompidou jusqu'au 3 janvier 2005, tous les jours sauf la mardi de 11h à 21h (fermeture des caisses à 20h) - Nocturnes le jeudi jusqu'à 23h (fermeture des caisses à 22h)

BIENAL DE CORUCHE 2003




I SALÃO DE ARTES PLÁSTICAS
Criar uma bienal de artes plásticas numa vila de interior pode parecer algo ambicioso, suscitando até o cepticismo quanto à adesão de criadores ou do público que, normalmente é pouco habituée das artes plásticas.
É neste contexto que o I Salão de Artes Plásticas se assume na forma de salão de novas figurações, aspecto relevante da arte contemporânea que, utilizando muitas vezes linguagens mais fáceis de absorver, atinge um largo espectro cultural sem que tal represente um défice qualitativo nem qualquer cedência a fórmulas conservadoras. Move-nos o desejo de virmos a ser um espaço privilegiado de reflexão e uma referência cultural que, quem sabe, seja determinante para o percurso de mais um ou outro Pomar, Paula Rego, Júlio Resende, Graça Morais...
O Comissário do Salão
Arq.to Carlos Janeiro

vendredi

OS INTEIROS











http://inteiros.blogspot.com/2004_05_01_inteiros_archive.html

EXPORÁDICO 2005


Artes cruzam-se no Exporádico

Teatro, música e dança em força no festival de Alhos Vedros
A antiga fábrica de confecções Guston, em Alhos Vedros, foi palco, entre os dias 5 e 13 de Fevereiro, para a Mostra de Artes “EXporádico 2005”, promovida pela TAL (Temas Artísticos Livres), com o apoio da Câmara Municipal da Moita. Quem por lá passou, pôde apreciar trabalhos originais nas áreas da pintura, fotografia, escultura, instalação, artes circenses ou teatro de cerca de 50 autores de diferentes idades.




EXPOSIÇÃO SETCOM "Nem tudo se comunica em palavras"






http://www.setcom.pt/SetCom_Arte/SetCom_Art12.htm

jeudi

JULHO 2005 PERFORMANCE CROP POETRY



Inteiros,apresentaram um espectáculo no passado sábado, dia 22 de Julho no anfiteatro do Pinhal Novo uma perfomance de nome Croping Poetry. Esta actuação que teve como linguagem principal a poesia que interagia de forma integrada com outras linguagens artísticas.
O grupo era composto por António Xavier, espinalMudula, K!m Pr!su, Rui Maló, Sebastião Maresia e Vitorino Coragem.

mercredi

VIII Bienal de Artes Plásticas “Cidade de Montijo”

VIII Bienal de Artes Plásticas “Cidade de Montijo” – Prémio Vespeira









Decorrerá de 1 de Julho a 31 de Agosto de 2005, na Galeria Municipal de Montijo e na antiga Fábrica Tobom (espaço Tobom), a VIII Bienal de Artes Plásticas “Cidade de Montijo” – Prémio Vespeira.
A inauguração da VIII Bienal iniciar-se-á às 17h00 na Galeria Municipal. Uma hora depois será inaugurado o espaço Tobom.
Esta edição homenageará o pintor Nikias Skapinakis e o arquitecto Teotónio Pereira. O pintor Marcelino Vespeira, patrono desta bienal, será também referenciado pelos 80 anos do seu nascimento.
A homenagem ao arquitecto Nuno Teotónio Pereira incluirá uma exposição de divulgação de artistas plásticos que, ao longo de vários anos, colaboraram com o seu atelier. Esta exposição é da responsabilidade do Museu Jorge Vieira - Casa das Artes, da Câmara Municipal de Beja.
A VIII Bienal “Cidade de Montijo”, de carácter intergeracional, visa incentivar a criação, a promoção, a divulgação de artistas nacionais e estrangeiros residentes em Portugal e prestar homenagem ao pintor Marcelino Vespeira.
A Bienal compreende as modalidades de pintura, desenho e fotografia (sujeitas a concurso) e a de instalação, por convite.Participaram nesta edição 604 concorrentes, com 1232 obras. Foram seleccionadas 286 obras (pintura-143, desenho-49, fotografia-94) apresentadas por 201 concorrentes

XIV BIENNAL DO AVANTE 2005


TEMPO MAU PARA LIRISMOS
Eu bem sei: só o felizÉ que agrada. Gosta-se de ouvirA sua voz. A sua face é bela.
A árvore aleijada no pátioMostra que o terreno é mau, masOs que passam chamam-lhe aleijadaCom razão
Os barcos verdes e as velas alegres do SundNão as vejo. De tudoSó vejo a rede rasgada dos pescadoresPorque é que eu só falo da lavradeiraDe quarenta anos que anda toda torcida?Os peitos das moçasSão quentes como dantes
Na minha mão uma rimaParecer-me-ia insolência
Dentro de mim lutamO entusiasmo pela macieira em florE o horror dos discursos do pintor de tabuletasMas só o segundoMe força a sentar-me à mesa.
Bertolt Brecht

BIENAL DE CORUCHE 2005

Mais de 100 obras de arte assinadas por 80 pintores e escultores de Portugal e do estrangeiro. Será este o conteúdo da segunda edição da Bienal de Coruche – Salão de Artes Plásticas 2005, que este ano se realiza no novo Parque do Sorraia, de 14 de Outubro a 6 de Novembro.
O objectivo do evento, diz o comissário do salão, Carlos Janeiro, é contribuir para a formação cultural de uma população com pouco ou nenhum contacto com as artes plásticas, desenvolvendo o sentido crítico e a sensibilidade estética no sentido da formação do gosto.
“A projecção que um evento desta dimensão dá à vila, que quase não vem no mapa, pode ser benéfica em termos de fixação de agentes económicos e do consequente abrandamento da saída de jovens à procura de melhores oportunidades”, afirma o arquitecto, que foi um dos entusiastas do projecto, organizado pelo Museu Municipal de Coruche em parceria com a autarquia.
A Bienal decorrerá no novo Parque do Sorraia, que além de um enquadramento paisagístico possibilita também bons acessos e muitos lugares de estacionamento. As obras poderão ser fruídas num interior de uma tenda preparada para o efeito que já esteve no “Rock in Rio” de Lisboa.
O director do Museu Municipal de Coruche, Domingos Francisco, membro da organização, diz que a primeira edição da bienal registou uma enorme adesão, surpreendendo as expectativas dos críticos de arte. Em 2003 o número de visitantes aproximou-se dos quatro milhares. Este ano a organização está a apostar na divulgação da iniciativa e espera aumentar significativamente o número de visitantes.
Domingos Francisco sublinha que a bienal não se pretende um “evento regionalista, mas contemporâneo e de qualidade”. Além de alguns artistas da região que foram seleccionados, Domingos Francisco revela que há obras assinadas por artistas de França e do Brasil, o que na sua opinião abre perspectivas para a “internacionalização do evento”.
Os artistas são oriundos de várias zonas do globo e têm idades diversificadas, o que para Carlos Janeiro, cumpre a finalidade de uma Bienal – “a diversidade e a troca de experiências num quadro de qualidade”.




A segunda Bienal de Coruche, intitulada “Obras Expostas”, pode ser visitada até domingo, 6, no novo Parque do Sorraia junto à Praça de Touros da vila.
O arquitecto Carlos Janeiro, comissário da Bienal, e o professor Domingos Francisco são os principais responsáveis por esta iniciativa. Segundo o professor, houve um crescimento da Bienal este ano, sobretudo devido “à maior divulgação que conseguimos fazer nos media. Este ano apostamos mais na divulgação do evento na imprensa nacional e na televisão”, refere o professor.
O principal objectivo da Bienal é sensibilizar a população para as artes, de modo a que Coruche passe a fazer parte da rota das artes plásticas em Portugal. O prémio para a melhor obra foi este ano atribuído à artista portuguesa Catarina Lira Pereira, com a obra “Wow”.
Carlos Janeiro, comissário da Bienal, é arquitecto e dá aulas em Lisboa e em Coruche. Foi a paixão pelas artes plásticas que o levou a organizar esta exposição juntamente com a equipa do Museu Municipal da vila.
O arquitecto prefere que “a Bienal vá crescendo aos poucos para podermos manter a qualidade das obras expostas. Até agora esta exposição tem tido um saldo bastante positivo”, conclui visivelmente satisfeito


mardi

OLA

lundi

CULTURAS HABITADAS

Ce livre a une version écrite en langue Portugaise et une version en Polonais.
Este livro tem uma versão escrita em língua Portuguesa e uma versão em Polaco.


Livre de Aleksandra Chomicz , sur le quel j´ai une interview sur la culture et les racines de la petite ville ou je vis actuellement, Pinhal Novo.

Livro de Aleksandra Chomicz , no qual tenho uma entrevista sobre a cultura e as raízes da vila onde vivo actualmente, Pinhal Novo.


Pour le lancement du livre d'Aleksandra Chomicz, trois des membres des Inteiros, espinalMedula, António Xavier et Kim Prisu ont réalisés une performance théâtrale, étais present aussi le membre des Inteiros Flávio Andrade en tant que photographe, ainsi qu´une exposition collective. Dans la sale de réunion de la Mairie de Pinhal Novo.

Para o lançamento do Livro de Aleksandra Chomicz , três dos Inteiros, espinalMedula, António Xavier, e Kim Prisu actuaram numa performance, também estava presente o Inteiro Flávio Andrade como fotografo, realizo se também uma exposição colectiva. No Auditório da Junta de Freguesia de Pinhal Novo.

KIM PRISU

Enfant aux rêves inconscients je me détache et reviens, défend et espère que mon intuition est en mes mains débordant de couleurs. Et le présent se fait expression lancé á tous vents, configuré en action intemporelle.

Garoto de sonhos inconscientes destaco e volto, sustento em confiar que o meu intuito esta nas minhas mãos enxurradas de cores. E o tempo presente faz-se palavra espalhada á todos os ventos, configura-se em acção intemporal.

dimanche

BUGANVÍLIA Nº 0 2005


O que é?A Buganvília é um projecto editorial de raiz cultural, tem como objectivo divulgar arte, entidade de uma e indivisível, meio privilegiado de comunicação e intervenção na sociedade contemporânea.A Buganvília marca o encontro com a cultura todos os meses, respirando conceitos, palavras e imagens.Associada a uma filosofia de arte total, os Inteiros procuram através dela comunicar as suas inquietações de um mundo dividido e insatisfeito.A Buganvília pretende ser uma janela para a sociedade, criando mais valias culturais que proporcionem a quem a lei ou veja, uma maior reflexão sobre nós mesmo.Os Inteiros estarão atentos e esperam que este seminário multidisciplinar cresça e evolua.Bem vindo ao admirável mundo Inteiro.
Os Inteiros.
Qu´est ce ?"Buganvília" (bougainvillée) est un projet d éditions de racine culturelle, il a comme objectif divulgué de l´art, entité une et indivisible, moyen privilégié de communication et d´intervention dans la société contemporain."Buganvília" marque la rencontre avec la culture chaque mois, respirant lesconcepts, mots et images.Associé à une philosophie d'art total, les "Inteiros" recherchent á travers cette édition communiquer ses inquiétudes d'un monde divisé et insatisfaits."Buganvília" prétend être une fenêtre pour la société, créant une plu valu culturelles proposée á qui la lira ou verra, une plus grande réflexion sur nous même.Les "Inteiros" seront attentifs et espèrent que ce séminaire multidisciplinaire se développe et évolue.Bienvenu à l’admirable monde Inteiro (entier).
les "Inteiros"

OS INTEIROS VIVEM NUMA FILOSOFIA INTERVENTIVA DE ARTE TOTAL AJUSTANDO-SE A UMA ACTUAÇÃO LABORATORIAL. OS INTEIROS UTILIZAM COMO LINGUAGENS: POESIA E PROSA-PINTURA-FOTOGRAFIA-MÚSICA-MULTIMÉDIA ENTRE OUTRAS. COM UM NÚMERO VARIÁVEL DE ELEMENTOS TEM COMO PENSAMENTO: A OBRA DE ARTE EM SI.

samedi

O SOL MÓI O PAI


Exposição no SOL MÒI O PAI


Romance de mundos

Ao atravessamento – estou já estamos a discutir pintados. Ao divagar-nos – estou já estamos presumíveis nesses encontros, romance de mundos, desse sexo sempre a propósito.
Vê essas sensações. Amas, não amas?
Responde-me outra vez (as vezes que quiseres!), sobre essa rapidez com que os mistérios do quotidiano nos riscam de retratos, resquícios de cosmos, teatro de jogos, bombas de vida e gozo.
Já estás figura! Descansa. Descansa num ataque de família pelo meio, metida num contorno de contos de contornos urbanos de sabor a criança de...
Há ali um atalho com que jogas uns dentro dos outros fora, à procura do ser impensamental. Depois, tudo se une pelo mesmo destino de se tornar personagem irracional, nem que seja na maior certeza do discurso dum círculo. Jamais poderás fugir da minha apanha: podes esconder-te, podes desmaterializar-te ou enormizares-te ao ponto dos deuses, mas tens sempre a densidade da minha intuição errática, virás ao ritmo em que eu faço e desfaço os nós e ligo as pontas soltas à cor ou ao desprendimento que me apetecer.
espinalmedula




espinalMedula (inteiro) a apresentar a exposição
Momento Impensamental de 2 Inteiros
( flavio Andrade e António Xavier)

lundi

EXPOSIÇÃO NA GALERIA SANTA TERESA









EXPOSIÇÃO NA GALERIA SANTA TERESA
travessa da Anunciada nº 10- 1º andar\ 2900-238 Setúbal
O CARROSSEL DA VIDA SEM TíTULO APARENTE
Inauguração sábado 1 de Abril 2006 as 18horas
exposição de 1 Abril ao 30 de Abril.
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EXPOSITION A LA GALERIE "SANTA TERESA"
"travessa da Anunciada nº 10- 1º andar\ 2900-238 Setúbal"
LE MANÈGE DE LA VIE SANS TITRE APPARENT
Vernissage samedi 1 avril á 18 heures.
Exposition du 1º avril au 30 avril
Contactos:
FERNANDA BISCAYA
tlm:912 325 850

Gostava de vos ver todos na medida do possível, obrigado K!m Pr!su

mardi

Exposição colectiva “Aquilo à Mostra!”:

Exposição colectiva “Aquilo à Mostra!”:

No dia 11 de Outubro, pelas 18 horas, no Paço da Cultura, é inaugurada a Exposição intitulada Aquilo à Mostra! é a 2ª exposição de trabalhos dos cooperantes do Aquilo Teatro. Participam nesta exposição Brígida Ribeiro, Gabriel Godinho, João Louro, Joana Paiva, Kim Prisu, Teresa Oliveira e Victor Amaral.A exposição estará presente ao público até dia 27 de Outubro e poderá ser visitada de segunda à sábado das 14h00 às 20h00.

vendredi





INAUGURAÇÃO GALERIA SANTA TERESA (SETÚBAL) dia 1º de Abril


Com a participação impulsiva dos Inteiros numa outra forma de fitar a Arte manifesta.




jeudi

EXPOSITION "PARADIGME" (A LA GALERIE GARAGE"


Du 7 au 30 juillet 2006
vernissage vendredi 7 juillet à partir de 18h30

Galerie Le Garage2, place Auriol83510 Lorgues / France 06 82 92 34 61
contacts@mdlc-lef.com http://www.mdlc-lef.com/galerielegarage/legarage.htm

Comme toujours Kim Prisu a considérablement à nous exprimer. Les dessins de ces derniers temps ont l´estampille ineffaçable des pressentiments, d une clarté en plein chao inventif entre le contenu et l´apparent en des couleurs incandescentes sorti du fond de la terre , soutenu par graphisme en pleine émoi, une figuration libre auto pilonné par multitude de symboles figuratifs qui nous emmène dans une flânerie vertigineuse entre les divers plans tout en restant sur une même surface plane.




Composé de traits attisé par la vulnérabilité des formes, qui parfois se confonde entre elles, La dérèglementation enregistré en une écriture ingénue d´ un certain regard fringant. Transcriptions adjacente de son univers en pleine expansion et contraction du visible ver l´intime pour découler sur le mur en feuille de papier qui le conduise de monde en monde de culture en culture pour se retrouver a sa résurgence originaire. Une expression pressante écrite, a la craie à l´acrylique, aux crayons de couleur aux pastels, tracé avec une pointe et à l´encre de chine.
Il est nécessaire de regardé a plusieurs fois en divers angle, excaver des yeux la première couche, pour en discerner d'autres, polir les fractions résiduaires, démêler les logogriphes, et ainsi découvrir le primordial. Puisque ses dessins recèlent une multitude de pensée en divers état d´esprit, exprimé dans une technique composite et persévérante, de traits, de mots, de graffitis. Infraliminales tel un concept d´abstraction figuratif mais qui dans certains dessins nous ramène a la simplicité discernes.

Une résurgence conceptrice a la vicissitude du moment de la quelle il nous donne là certains paradigmes.

mercredi

Expo a Lorgues suite


Prolongation de l´exposition a Lorgues jusqu´au 3 septembre…
Prolongamento da exposição até ao 3 de Setembro…
IL y a eu aussi une visite de classe d'enfants, la classe de Sophia, elle travaille avec des enfants qui ont des problèmes de retard dans leur scolarité.
Les enfants ont été très attentifs


mardi

VERNISSAGE D´ART (Pousada de Palmela)

lundi

ARTE COVILHÃ

Exposição reúne 120 artistas beirões
Os criadores de arte da região vão ter pela primeira vez oportunidade de mostrarem os seus trabalhos, em conjunto, naquela que será a primeira edição da “Arte Covilhã”. A mostra é promovida pelo Departamento de Exposições da ANIL – Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios e vai realizar-se entre de 8 e 10 de Dezembro.“Estarão representadas áreas como a pintura, a escultura, a fotografia e a escrita, proporcionado aos visitantes a oportunidade de admirar as diferentes formas e estilos de arte, bem como a possibilidade de adquirir as obras em exposição”, refere a organização, que detém o maior espaço de exposições da cidade serrana.No Expolan estarão presentes “mais de 120 criadores”, diz ainda a nota da ANIL, acrescentando que, “na sua maioria são naturais da região das Beiras”. Marcarão também presença três galerias de arte “que irão expor obras de pintores e escultores de renome nacional e internacional”.O espaço “Jovens Artistas” é outra das propostas da organização para o evento cultural. Trata-se de uma actividade onde os alunos das diferentes escolas do concelho da Covilhã irão apresentar os seus trabalhos artísticos. Mas o restante público pode também intervir nesta parte do “Arte Covilhã”, diz ainda a ANIL: “Este espaço estará também aberto à participação dos visitantes, que poderão desenvolver trabalhos e, quem sabe, possam ser descobertos novos talentos”.

Kim Prisu, irá estar presente na Arte Covilhã com o Aquilo Teatro e juntamente
Brígida Ribeiro, Joana Oliveira Paiva, João Louro, Teresa Oliveira e Victor Amaral.
Apareçam!

samedi

EXPO: GALERIA BLEU BOEUF em PUGET-VILLE




vendredi

INFO EXPO

FOTO FLAVIO ANDRADE


EXPOSIÇÃO


RESQUÍCIOS DE MITOS NUM ENSEJO DE EMPLIAR

DE 7 A 31 DE AGOSTO 2007

VERNISSAGEM DIA 7 DE AGOSTO AS 18H00

GALERIA DO PAÇO DA CULTURA
GUARDA
(PORTUGAL)

DAS 14H00 ÁS 20H00 E DAS 21H00 ÁS 23H00
TEL: 271 20 55 40



Falar de um pintor solar.
Repleto de imagens em desígnio profundo.

Não ser apenas um realejo de cores.

Atravessar a alma por dentro mesmo às escuras.

Alguns seres habitam no nada, habitam em tudo.

Sem os pés no chão gritam e inscrevem palavras na parte de fora
Cá longe escutamos com o olhar.

Um homem que pinta e escreve não lê o que pensa- diz.
Veste-se de telas e folhas, amanhece os nossos verões
Sempre há de acordar com a infância nas mãos
Habita na imobilidade sagrada dos que emocionam o ver
Decreta simples nulidades do tempo para existir no agora
Possivelmente o real gostaria de ser assim
Às vezes o único espaço é o fragmento da fala
De palavras inscritas acontecem grafias perplexas
A respiração do tempo não termina na tela, prolonga-a.

As imagens são de uma nocturna transparência que habitam a esperança
Tornar-se símbolo de si próprio, ou a palavra coerência ser correcta
Cozinhar ambivalências para preservar o simples
A pureza das formas contém as imagens da vida
Passou um cão amarelo com a memória às costas
Da Dona Aldeia ecoam vozes, cheiros e cores que a mão agradece
O entendimento não é rei aqui, demitiu-se para poder.
Ontem chegou a emoção ontem é muito longe significa o princípio
A metáfora é mensagem a mensagem é silêncio
A procura está para lá da imagem do pensamento imediato.
Neguemos a consciência do racional para interpretar
Os contrários povoam pinturas que dialogam em círculos.

O texto visual é repleto de códigos verbais e tudo.

Equilibram-se imagens no espaço de cima.

Para o pintor o mundo é admirável, nada mais.

Nunca ninguém esteve aqui para sempre
As imagens habitam transparências que levariam ao início.


António Xavier


no jornal o interior
http://www.ointerior.pt/noticia.asp?idEdicao=406&id=17512&idSeccao=4781&Action=noticia

Kim Prisu está de regresso à Guarda com uma exposição de pintura na galeria do Paço da Cultura. A mostra intitula-se "Resquícios de Mitos num Ensejo de Ampliar" e será inaugurada na terça-feira. Até ao final do mês estão patentes 30 obras, a maioria das quais são desenhos-pintura sobre papel, «concluídos este ano», adianta o artista, que já conta com mais de 50 exposições em França, Bélgica, Alemanha, Espanha e Portugal.

Para ver, também pela primeira vez na Guarda, há ainda quatro esculturas feitas com materiais recuperados e alguns trabalhos dos últimos anos. «A minha arte evoluiu, pois este país fez com que a minha visão mudasse. Entrou mais poesia na minha criação», garante. Kim Prisu afirma sentir «muito prazer» em expor na Guarda, pois foi aqui que, regressado de França, teve o seu primeiro contacto com outros criadores de outras áreas artísticas, «como o Américo Rodrigues e o Aquilo», recorda. Além disso, «é estar na minha terra, mesmo se a minha Aldeia da Dona fica a 50 quilómetros». Kim Prisu, aliás Joaquim Borregana, nasceu em 1962 naquela pequena localidade do concelho do Sabugal, mas foi para França aos nove meses. Regressou definitivamente em 1996, não sem deixar para trás um currículo impressionante no domínio da arte contemporânea e alternativa. Senão veja-se. Nos anos 80, em Paris, Kim Prisu – nome artístico "roubado" à marca de uma grande superfície – e Quim P. (Joaquim Pereira) deram origem ao conceito "Nuklé-Art", cujo objectivo a arte total.

Em 1984, juntamente com Kriki (Cristian Vallée) e Paul Etherno, forma o grupo "Nuklé-Art", pioneiro na figuração livre e na "computer e media art". Para divulgar a sua arte, o trio começou por instalar obras na rua ou no metro, mas em 1986 entrou nas galerias de arte parisienses, e no mercado oficial, graças ao leilão com o sugestivo título "Les Jeunes Débarquent" [Chegam os jovens]. Enquanto grupo estruturado, os "Nuklé-Art" existiram até 1987, seguindo depois Kim Prisu uma carreira a solo que o levou a expor a título individual ou em colectivas ao lado de obras de Jean-Michel Basquia, Keith Haring, Combas ou Dirosa. Em 1989 começou o seu primeiro projecto em Portugal, cujo objectivo era fazer na sua terra natal uma «aldeia cultural». Dessa vontade sobram hoje várias esculturas ligadas à memória dos sítios onde foram erguidas. Quanto à sua arte só foi apresentada no nosso país em 1994, no Clube Arte 50, em Lisboa, por intermédio de um coleccionador suíço e da galeria "Cristophe".

Dois anos depois Kim Prisu regressa a Portugal e recomeça um novo percurso artístico, expondo na Guarda, nas Bienais de Coruche e do Avante, em Palmela, Setúbal ou Lisboa. Por cá continuou o mesmo conceito de arte total, mas desta vez no "Mundo dos Inteiros", que criou em 2003 com António Xavier, Paulo Proença, Sebastião Maresia, Rui Malo, Espinal Medula e Flávio Andrade, fazendo poesia, performances e pintura. Na Guarda também colabora com Américo Rodrigues e o Aquilo. Em 2005, o seu quadro "Naissance de trait bleu" foi apresentado como exemplo numa conferência da exposição "Sons et Lumières", no Centro Pompidou (Paris).


jeudi

MOSTRA INTERNACIONAL CINEMA ALTERNATIVO

O CÃO AMARELO



Expo collective a la galerie les Singulier

"Maître et Démettre" - 8 mai au 3 juin 2008


Vingt ans, mes premiers émois, avec Kabull et Les Tépazes au festival d’Avant-Garde en 1985, de grands cris en noir et blanc contre l’arpatheid déroulés en 1986 sur la façade de Beaubourg, ma rencontre avec le groupe Banlieue-Banlieue, l’appel des cent sur la pelouse de Reuilly, avec mon père, l’ouverture de la galerie Horloge en 1987, Margat, Paella, Larrivaz, Murua, Campos, Kenji, Lartigue, Lef, déjà présents, Lindstrom et Matta, de passage, Marc Verrechia mon premier collectionneur et compagnon fidèle, Axel et Peter Keen, Georges Boudaille, cet électron libre de l’art contemporain qui me transmis son amour pour les artistes, sa défiance envers les institutions et un profond sens moral des valeurs, ma mère, qui toujours me soutint, omniprésente dans tous mes combats, les amis, Joël, Benoît et Cherif le colosse, les confidentes, Marie, Doudoune et Lynn, mes errances, nos succès, Art Jonction à Nice avec Margat dans le camion, Artension et Souchaud toujours à nos côtés, les Issambres et l’incendie de Génération 21, Alain et Eliane, amateurs armateurs , fondateurs du cercle des intimes, Nina Childress et ses bonbons, Campos et le clocher d’Estagel, mon Latour de France, Cazenove et ses vignes, Pierre et sa moto, Olive, Pedro, Didier, Philippe et les autres, Sarda et l’Opéra, Raymond et Sandrine, Paella, sa rétro et son fil rouge, Stéphanie la timide effrontée, Epinal, les vosgiens champions de l’amitié et de l’art vivant, la première exposition d’art contemporain africain à Tunis en 1994, Olivier et Patricia, Denis et Seguin ; la femme de ma vie Agata, ses grandes icônes païennes, la lumière enfin ! Michael Bethe Sélassié au musée de Chartres face à la cathédrale, la crise, l’isolement, Varsovie, Wojtech et Anna, Guy, ses coups de gueule, sa générosité et l’espoir renaissant, Calder et sa maquette, la rencontre avec Ousmane Sow, son exposition à Tours, avec Dominique et Alain, l’Espace Chateauneuf, Campos au musée de Lodève avec Maïté, Gauguin et sa déesse, avec Thierry,Vincent Deforges, soutien de tous les instants, partenaire de jeux, Aïni et ses guerrières comme une grande claque dans la gueule, avec Daphné Tesson, la critique angélique, Lef Forster, l’homme en noir, mon pilier, le douzième prophète, Enjalbert, une bouffée de fraîcheur, Billiard son chapeau et ses conseils, Pisu son scooter et ses films au karcher, Gaelle sa présence et ses mots, Gérenton l’alchimiste, Larrivaz l’échangiste, Dix10, les empêcheurs de tourner en rond, Cerredo le truculent, Murua le poète sorcier, Lartigue le primitif éclatant, Cervera le peintre voyageur, Pepe Cerda mon Courbet à moi, Sapey-Triomphe le magicien des images, Art Paris, Fabienne et Paul, Brigitte la discrète, l’ami Antoine et les vastes espaces de la galerie Blanche, Levkovitch l’enchanteur, Promenheur spectateur de l’indicible, Guillaume, l’ami passionné, l’homme providentiel, l’associé courageux, le sauveur, le Lanceur, 2002 : la consécration, Philippe le notaire du bonheur, Jacques l’artificier collectionneur, Marika l’amie éclairée, Nicolas et Joelle les proches bienveillants, 2003:la chute, toujours irresponsablement fidèle à l’humain, mes enfants, Stella et Soni, la musique, la grâce, 2004 : lancement de Violentes Femmes, avec l’érudit Daydé, Nina Zivancevic, la poétesse serbe, Anne Simon et Christine Dettrez les analytiques romanesques, Pierre Raine le graphiste émérite, vive Agata, Anne, Maria, Estela et Sandrine ! Van der Linden la fauve, Torres la pudique, Buil la pasionaria, Agata et Sohanne, la peinture au rang du sacré, Enjalbert comme une mitraillette déjantée, 2004 : L’humanité à la fête de l’Humanité, avec Patrick, Michel et Sylvie, avec Eva la Walkyrie, rencontre avec Rosa Moussaoui, vive l’écriture, Hélène T. toujours présente dans l’ombre, 2005 : Freshfields intervention sur site avec Benoit le complice de toujours, le meilleur ami, 2007 : Paella toujours là est à l’Huma, avec Fabrice, appel au soutien des anciens avec Christophe l’éclaireur admirable et Claude le comparse de virée, Paul-Henri cœur vaillant, pourfendeur de l’impossible, 2008 : sortie des terres de Pasques l’égyptien, Sow s’annonce dans le 93 avec Besson, Béatrice et sa rigueur, son œil, son style, Patrice le gentleman grognard, Freak Wave comme un retour vers Krabs, Kayenne, Raid Baron et les autres, avec Allemane le sensationniste, Kiki Picasso, Olivia Clavel, Muzo ,Claire et tous ceux, venus, partis, à venir, à découvrir toujours et encore, alors merci pour tout ce temps et à dans vingt ans, amoureusement. Frédéric Roulette

Les Artistes:

Philippe Aïni, Olivier Allemane, Maria Buil, Alain Campos, Cherif, Pepe Cerda, André Cervera, Olivia Clavel, Christophe Compiano, Dix10, Sandrine Enjalbert, Marc Gérenton, Kenji, Kiki Picasso, Dominique Larrivaz, Martin Lartigue, Léon Levkovitch, Alexandre Levkovitch, Hélène Lhote, Anne van der Linden, Jean François Lopez Pla, Emma Malig, Pascal Margat, Jildaz Migot, Mario Murua , Muzo, Paella, Sébastien Pasques, Joël Pico, L.P Promenheur, Frédéric Sapey Triomphe, Agata Siecinska, Ousmane Sow et Béatrice Soulé, Isabelle Tejou, Estela Torres, Mica L. John Valcke, Marc Verrecchia, Nina Zivancevic, Kristophe Szalek, Colin Askey, Fabien Cerredo, Banlieue Banlieue, Philippe Chancel, Speedy Graphito, Mickaël Bethe Sélassié, Nina Childress, Nick Lawrence, Christophe de Vareilles, Faucheur, Bruno Hadjadj, Kim Prisu, Eterno, Terry Evans, Tan Truong, Diego Movilla et tous les plasticiens de "The Freak Wave".

mercredi

Escultura em Ferro em Pinhal Novo, Monumento as Culturas Tradicionais



ARTE PUBLICA DE KIM PRISU NO PINHAL NOVO



(Escultura em Ferro de 4 metros de altura de KIM PRISU 2008)



Escultura de ferro em Pinhal Novo,

Monumento as culturas tradicionais

Inaugurada dia 7 de Junho na praça da Independência no Pinhal Novo

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http://jpn.anaprog.net/index.php?option=com_content&task=view&id=1315&Itemid=1

Estátua à Geminação é reflexo da cultura caramela

A Praça da Independência ficou mais rica com a inauguração do monumento à geminação, que decorreu no passado sábado, perante a população pinhalnovense.

O monumento à Geminação reflecte a cultura caramela, envolvendo um conjunto de pessoas, nomeadamente os Bardoada, que são o principal embaixador cultural do concelho de Palmela no país e no estrangeiro.

Para Kim Prisu, criador do projecto “esta estátua foi feita com as nossas mãos” e daí que Álvaro Amaro saliente que “não foi por acaso que colocámos esta peça na magnífica Praça da Independência” e sublinhou “o Kim é um artista que soube interpretar de uma maneira soberba a ideia dos Bardoada” e concluiu “temos um artista com A muito grande”.

Para Ana Teresa Vicente, presidente da autarquia, explicou que a estátua “é um aglutinar de uma série de projectos e ver as nossas culturas e a cultura do mundo de forma diferente”.

A estátua pretende ser uma homenagem às raízes culturais da freguesia, tendo na base um enorme coração, e no manto diversas alfaias, que traduzem a cultura caramela.

No interior da estátua será instalada luz para iluminar o monumento.

mardi

Museu do Sabugal de 6-7-2008 a 3-8-2008

O artista plástico Kim Prisu, natural de Aldeia da Dona, inaugurou este domingo, 6 de Julho, no Museu do Sabugal, uma exposição de pintura que integra criações de vários anos.

O artista que deu origem ao conceito Nuklé-Art e que quis transformar a «sua» Aldeia da Dona numa aldeia cultural está de volta ao concelho do Sabugal.
Joaquim António Gonçalves Borregana que assumiu o nome artístico de Kim Prisu inaugurou no passado domingo, 6 de Julho, uma exposição retrospectiva que inclui obras de diferentes anos.
A descrição do artista e da sua obra por Xavier Silva Rodrigues tem algumas afirmações desconcertantes e deixa alguns avisos aos visitantes. «Para assimilar a obra de Kim Prisu necessita-se sacholar a essência original numas distintivas inextinguíveis do urbano e do campo no qual ele viu a luz pela primeira vez. (…) A sua obra evolui num discernimento que o levam ao início da Dona Aldeia de onde ribombam linguagens, aromas e pigmentações no mundo inconcebível de Kim Prisu.»
É um artista único com um estilo único. Sabugalense, emigrante em França para onde foi levado com apenas nove meses, vive há nove anos no Pinhal Novo, junto ao Montijo.
A sua exposição estará patente no Museu do Sabugal até ao dia 3 de Agosto, de terça a sexta-feira, das 9 às 12.30 e das 14 às 17.30 horas e aos fins-de-semana das 14.30 às 18.30 horas.
Carlos Lages
http://capeiaarraiana.wordpress.com/2008/07/07/5531/

samedi

Exposições “Ar da Guarda” na Galeria do Paço da Cultura

Segunda-feira, dia 17 de Novembro, a Galeria do Paço da Cultura recebe a exposição “Ar da Guarda”, uma colectiva de pinturas e esculturas feitas a partir de um desafio da Câmara Municipal da Guarda aos artistas plásticos da região, com o objectivo de representar o ar da Guarda.
http://nac-guarda.blogspot.com/


"Papeis ao Ar na audição de um Ar puro. Kim prisu 2008"

O ar puro é a nossa maior riqueza. Ninguém o duvide. Mais a Serra, a Sé, o Centro Histórico, o frio... Mas, sem dúvida o ar é nossa maior riqueza... poética.
Assim, tudo o que se fizer para celebrar o ar da Guarda é... pouco. Deveria ser uma prioridade turística, cultural, económica.
Saúda-se, pois, a realização de uma exposiação acerca do ar da Guarda, "visto" por artistas da Guarda. Pessoalmente estou muito curioso acerca da forma como trataram um tema tão difícil. José Vieira, António Godinho, Evelina Coelho, Teresa Oliveira, Rui Miragaia, João Currais, Kim Prisu e Maria Lino são alguns dos artistas que aceitaram o desafio da autarquia e desenharam, pintaram, esculpiram ou escreveram o “Ar da Guarda”. A exposição abre na segunda feira, no Paço da Cultura.
Texto de Américo Rodrigues postado no blog:
http://cafe-mondego.blogspot.com/

TRABALHO PARA A ESCOLA JOSÉ MARIA DOS SANTOS



Painel de azulejos (2m30x 3m 50) feito por Kim Prisu em Agosto 2008 para a escola José
Maria dos Santos no Pinhal Novo Portugal

vendredi

CÃO AMARELO, MOSTRA international CINEMA Aternativo

Cartaz de KIM PRISU: CÂO AMARELO II
http://2.bp.blogspot.com/_Y9YwXikcxbw/SQhoOWVOIFI

CÃO AMARELO,
MOSTRA International CINEMA Aternativo
PARA ENVIAR FILMES

http://www.caoamarel.blogspot.com

CONTACTO: caoamarel@gmail.com \ aodisseia@gmail.com